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segunda-feira, 11 de julho de 2016

6º Ano - Os Jogos Olímpicos








Há 116, encerravam-se os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. Atletas de 14 países deram o seu melhor em competições de noves esportes olímpicos: ginástica artística, atletismo, ciclismo, esgrima, tiro, natação, levantamento de peso e luta olímpica (greco-romana). Ao final do século XIX, o barão de Coubertin teve a ideia de reinventar os Jogos Olímpicos da Antiguidade em uma nova versão que permitia a participação de atletas do mundo todo.

Após a aprovação oficial da proposta no primeiro Congresso Olímpico realizado em 1894, a escolha da cidade-sede foi unânime: quatorze séculos depois, Atenas, palco dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, receberia os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. Estes se iniciaram em 16 de abril e terminaram em 15 de abril de 1896. Já nesta edição, foram apresentados os conceitos que se tornariam os valores do Olimpismo: respeito, amizade e excelência.



Neste ano de 2016, o Rio de Janeiro será palco da 31ª Olimpíada da Era Moderna, que reunirá cerca de 10.500 atletas, homens e mulheres, de 206 países. Durante 19 dias, esses atletas disputarão medalhas de 36 modalidades olímpicas.


Mas, estamos falando em Jogos Olímpicos Modernos e Jogos Olímpicos da Antiguidade. Por que essa diferença?

Na Era Moderna, os Jogos Olímpicos foram resgatados no fim do século XIX, como já foi dito, e evoluíram até se transformarem no grande ícono poliesportivo do planeta. Eles reúnem esportistas de vários países e são realizados de quatro em quatro anos.


Os Jogos Olímpicos tem origem na Grécia e faziam parte de um conjunto de eventos esportivos e religiosos que aconteciam na Grécia e eram assistidos por um público vindo de todas as cidades-estados que formavam o mundo grego. Os jogos ocorriam de quatro em quatro anos. Na época da realização do evento esportivo ocorria uma trégua nas guerras e conflitos. A conhecida “paz olímpica” servia para garantir segurança para os atletas que tinham que se deslocar de suas cidades-estado até Olímpia.



Reprodução da Cidade de Olímpia

Os gregos antigos davam muita importância ao corpo e as práticas esportivas surgiram como uma forma dos jovens e soldados desenvolverem suas capacidades físicas. Para os gregos a posse de um belo corpo físico fazia parte da busca pela perfeição, que se completava com as qualidades intelectuais.




Os jogos eram realizados em homenagem a Zeus, o maior dos deuses gregos, e ocorriam no santuário de Olímpia. As provas se dividiam em competições de força e agilidade. Como prêmio o vencedor recebia uma coroa de folha de oliveira. Mais importante do que o prêmio material, a vitória concedia ao atleta alta honra não só para si como também para sua família e sua cidade. 

Zeus


A presença das mulheres era vedada durante os jogos, tanto na plateia como nas provas. Mas elas também tinham seu evento esportivo, os Heraia ou Jogos Heranos, em homenagem à deusa Hera, esposa de Zeus. Os jogos consistiam em provas de corrida a pé e terminavam com sacrifícios, procissão e festas.


Hera

Você pode saber mais sobre as Olímpiadas na Grécia Antiga navegando no site Os jogos olímpicos na Grécia Antiga:

segunda-feira, 6 de junho de 2016

6º Ano - Tesouros da Mesopotâmia: os relevos de Khorsabad








Nas nossas aulas nós vimos que os reis das cidades-Estado mesopotâmicas controlavam todas as atividades, sejam elas religiosas, políticas, econômicas ou administrativas. Todos esses reis procuraram causar em seus súditos e povos dominados uma impressão de autoridade, força e poder utilizando vários símbolos na forma de pinturas, esculturas e também na arquitetura. A arquitetura mesopotâmica, imponente e grandiosa, refletia todo o poder do Estado e do seu rei. 


Um dos exemplos da utilização destes símbolos pelos reis mesopotâmicos são os relevos que adornavam o palácio do rei Sargão I, que ficava em Dur Sharrukin, hoje Khorsabad, no Iraque. Nesses relevos o rei era representado na forma de uma figura de um enorme touro alado de 3,3 m de altura com cabeça humana. 





Os impressionantes relevos e restos do palácio do rei Sargão estão expostos no Museu do Louvre, em Paris. 





Neste vídeo do youtube, você pode ter um pouco da noção da grandiosidade e beleza desses relevos.





6º Ano - O Código de Hamurabi





O Código de Hamurabi é um conjunto de leis criadas na Mesopotâmia pelo rei babilônico Hamurabi, por volta do século XVIII a.C.


O objetivo principal do Código era unificar todo o reino babilônico através de um conjunto de leis comuns. Para isso, o rei Hamurabi mandou espalhar cópias deste código em várias regiões do reino.

E como eram essas cópias? Já vimos em sala que os mesopotâmicos inventaram a escrita cuneiforme, que era uma forma de escrita feita em rochas ou blocos de argila. Pois as 281 leis do  Código de Hamurabi foram talhadas em caracteres cuneiformes numa rocha de diorito (estela). Essas leis determinavam regras e punições para todos os eventos da vida cotidiana: relações familiares, comércio, construção civil, agricultura, pecuária, entre outros.




Baseada na lei de Talião - "olho por olho, dente por dente" - as leis do Código determinavam uma punição para cada ato fora da lei, que era proporcional ao crime cometido. 



Algumas leis do Código de Hamurabi:

- Se alguém enganar a outrem, difamando esta pessoa, e este outrem não puder provar, então aquele que enganou deverá ser condenado à morte.
- Se uma pessoa roubar a propriedade de um templo ou corte, ele será condenado à morte e também aquele que receber o produto do roubo deverá ser igualmente condenado à morte.
- Se uma pessoa roubar o filho menor de outra, o ladrão deverá ser condenado à morte.
- Se uma pessoa arrombar uma casa, deverá ser condenado à morte na parte da frente do local do arrombamento e ser enterrado.
- Se uma pessoa deixar entrar água, e esta alagar as plantações do vizinho, ele deverá pagar 10 gur de cereais por cada 10 gan de terra.
- Se um homem tomar uma mulher como esposa, mas não tiver relações com ela, esta mulher não será considerada esposa deste homem.
- Se um homem adotar uma criança e der seu nome a ela como filho, criando-o, este filho quando crescer não poderá ser reclamado por outra pessoa.




Em 1901, uma das cópias com o Código foi encontrado por cientistas na região do atual Irã. Atualmente ela se encontra no Museu do Louvre, em Paris. 

6º Ano - Dica de Vídeo: A Mesopotâmia


Vídeo da série " Grandes Civilizações"

Mesopotâmia - Parte 1





Mesopotâmia - Parte 2


6º Ano - Mesopotâmia: terra entre rios (2ª edição)




Segue uma nova edição ampliada do material sobre os povos da Mesopotâmia.




sexta-feira, 23 de outubro de 2015

6º Ano - Nossa herança romana: o latim







O latim é uma antiga língua indo-européia do ramo itálico originalmente falada no Lácio, a região do entorno de Roma. Embora o latim seja hoje uma língua morta, ou seja, uma língua que não mais possui falantes nativos, ele ainda é empregado pela Igreja Católica para fins rituais e burocráticos. Exerceu enorme influência sobre diversas línguas vivas, ao servir de fonte vocabular para a ciência, o mundo acadêmico e o direito.



O latim vulgar, nome dado ao latim no seu uso popular, é o ancestral das  línguas neolatinas (italinao, francês, espanhol, português, romeno, catalão, romanche e outros idiomas e dialetos regionais da área); muitas palavras adaptadas do latim foram adotadas por outras línguas modernas, como o  inglês. O fato de haver sido a língua de comunicação do mundo ocidental por mais de mil anos é prova de sua influência.




O latim ainda é a língua oficial da Cidade do Vaticano e do Rito Romano (maneira como se celebra a Santa Missa) da Igreja Católica. O latim clássico,  a língua literária do final da República e do início do Império Romano, ainda hoje é ensinado em muitas escolas primárias e secundárias, embora seu papel se tenha reduzido desde o início do século XX.


Para saber mais sobre o latim e as línguas latinas, clique aqui e aqui.

Observação: apesar da herança romana na nossa língua, não devemos esquecer que o português que falamos hoje no Brasil sofreu muita influência das línguas indígenas, principalmente o tupi, assim como das línguas africanas.

Para saber um pouquinho mais sobre a influência das línguas indígenas na construção do português brasileiro, leia esse texto.

E para saber um pouco mais sobre a influência das línguas africas no português, é só ler esse aqui.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

6º Ano - Roma, a cidade eterna




Ruínas do Fórum romano, em Roma, Itália. (Imagem retirada da internet)

Roma é hoje a capital da Itália. A cidade é considerada um "museu a céu aberto" por causa das grandes construções do mundo antigo que ainda existem por lá. Caminhando pelas ruas de Roma é possível encontrar construções de dois mil anos ou mais, como o famoso coliseu.


Ruínas do Coliseu, em Roma, Itália. (Imagem retirada da internet) 

Quando a cidade foi construída, não passava de um pequeno povoado de pastores e agricultores situado às margens do rio Tibre. Com o passar do tempo, foi aumentando seu território até controlar grande parte da Europa e partes da África e Ásia. Nas cidades erguidas pelos romanos se erguiam anfiteatros, fóruns e mercados construídos segundo os padrões romanos da época.


A cidade de Roma, na Antiguidade (imagem retirada da internet).

Neste 4º Bimestre, faremos uma viagem através da Roma Antiga. Uma civilização, que assim como a civilização grega, nos deixou uma importante herança cultura, como por exemplo, a língua que falamos e utilizamos para ler esse texto. O português, assim como o francês, o espanhol, o italiano e o romeno são originários do latim - a língua dos antigos romanos. A sociedade romana também nos deixou conhecimentos no campo da política, do direito, arquitetura e religião. Portanto, conhecer a história da Roma Antiga também é conhecer nossa história.

Espero que gostem!
Sejam bem vindos ao 4º Bimestre!!

6º Ano - A fundação de Roma




Loba Capitolina amamentando os gêmeos Rômulo e Remo


Existem duas teorias sobre a origem da cidade de Roma: 


  • origem histórica
  • origem mítica
Segundo a origem histórica, isto é, a partir das pesquisas dos historiadores, a cidade de Roma se originou de uma fortaleza fundada pelos latinos para defendê-la dos ataques dos etruscos.

Já segundo a origem mítica, isto é, a partir das lendas e histórias contadas pelos antigos romanos, Roma teria sido fundada pelos irmãos gêmeos Remo e Rômulo que, abandonados, foram alimentados e criados por uma loba. 

Quer saber mais sobre essa conhecida história mítica?
Clique aqui.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

6º Ano - Os jogos Olímpicos na Grécia Antiga








A Grécia deixou para o mundo ocidental um dos mais expressivos legados culturais. Um deles foi os Jogos Olímpicos, realizados atualmente de quatro em quatro anos, e que reúne atletas de diversos países e modalidades esportivas.


Os Jogos Olímpicos antigos faziam parte de um conjunto de eventos esportivos e religiosos que aconteciam na Grécia e eram assistidos por um público vindo de todas as cidades-estados que formavam o mundo grego. Os jogos ocorriam de quatro em quatro anos. Na época da realização do evento esportivo ocorria uma trégua nas guerras e conflitos. A conhecida “paz olímpica” servia para garantir segurança para os atletas que tinham que se deslocar de suas cidades-estado até Olímpia.




Os gregos antigos davam muita importância ao corpo e as práticas esportivas surgiram como uma forma dos jovens e soldados desenvolverem suas capacidades físicas. Para os gregos a posse de um belo corpo físico fazia parte da busca pela perfeição, que se completava com as qualidades intelectuais.

Os jogos eram realizados em homenagem a Zeus, o maior dos deuses gregos, e ocorriam no santuário de Olímpia. As provas se dividiam em competições de força e agilidade. Como prêmio o vencedor recebia uma coroa de folha de oliveira. Mais importante do que o prêmio material, a vitória concedia ao atleta alta honra não só para si como também para sua família e sua cidade. 



A presença das mulheres era vedada durante os jogos, tanto na plateia como nas provas. Mas elas também tinham seu evento esportivo, os Heraia ou Jogos Heranos, em homenagem à deusa Hera, esposa de Zeus. Os jogos consistiam em provas de corrida a pé e terminavam com sacrifícios, procissão e festas.

Deusa Hera

Você pode saber mais sobre as Olímpiadas na Grécia Antiga navegando no site Os jogos olímpicos na Grécia Antiga:

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

6º Ano - A Ilíada







"Canta, ó Musa, a ira de Aquiles, filho de Peleu, que tantos males trouxe às hostes dos aqueus".
Homero, A Ilíada, Canto I.


Nossas últimas aulas em sido voltadas para o estudo das obras do poeta Homero, a Ilíada e a Odisséia. Vamos então comentar algumas curiosidades sobre a Guerra de Tróia, tema da obra Ilíada.

Como já vimos, a Ilíada relata apenas os acontecimentos ocorridos no espaço de cerca de cinquenta dias de uma guerra que durou dez anos. Ela trata da ira de Aquiles, o maior herói grego. A ira é causada por uma disputa entre Aquiles e Agamenon, rei de Micenas que comandava o exército grego na guerra. O relato de Homero termina com a morte do herói troiano Heitor e seu funeral.

A história da guerra não é contada na íntegra e como Homero faz várias referências à mitos e acontecimentos que os gregos conheciam, faz-se necessário conhecer um pouco da mitologia grega para entender a obra.


Segundo a tradição grega, a guerra entre gregos e troianos teve como motivo o rapto de Helena, rainha de Esparta e esposa do rei Menelau, por Páris, príncipe troiano filho do rei Príamo. O general Agamenon, rei de Micenas e irmão de Menelau, organizou a expedição de ataque aos troianos, Os gregos venceram a guerra depois de dez anos de combates devido a uma estratégia desenvolvida por Odisseu, rei de Ítaca.



Fingindo terem desistido da guerra, os gregos embarcaram em seus navios deixando na praia um enorme cavalo de madeira que os troianos decidiram levar para o interior de sua cidade como símbolo da sua vitória. À noite, enquanto todos dormiam, os soldados gregos que se escondiam dentro da estrutura oca de madeira do cavalo, saíram e abriram os portões para que todo o exército (cujos navios haviam retornado secretamente à praia) invadisse a cidade. Apanhados de surpresa, os troianos foram vencidos e a cidade incendiada. As mulheres (inclusive a rainha Hécuba, a princesa Cassandra e Andrômaca, viúva de Heitor) foram escravizadas. O rei Príamo e a maioria dos homens foram mortos.




Para conhecer melhor os antecedentes da guerra, os personagens, deuses e heróis e o que aconteceu depois da morte de Heitor, vocês podem acessar o site indicado abaixo. Além de informações sobre a Guerra de Tróia, nele vocês encontrarão muitas informações sobre a mitologia grega em geral.


Clique na imagem para ter acesso ao site.

6º Ano - A Odisséia







"Eis a história de um homem que jamais se deixou vencer."
Homero - A Odisséia, Livro I.


A obra Odisséia é um dos principais poemas épicos da Grécia Antiga, atribuído ao poeta Homero. O título desse poema deriva do nome do principal personagem, Odisseu, herói grego mais conhecido pelo seu nome romano, Ulisses. Assim como a Ilíada, a Odisséia baseia-se numa longa tradição oral e assumiu a forma escrita muito tempo depois.

Enquanto a Ilíada é a história de uma guerra, a Guerra de Tróia, a Odisséia é a história de uma viagem fantástica. Ela relata o retorno de Odisseu, rei de Ítaca, após a guerra. Durante dez anos, ele tenta voltar à sua terra natal onde o esperam sua esposa Penélope, seu filho Telêmaco e seu pai Laerte.

A história está dividida em três tempos principais: 

1 -  a situação de Penélope e Telêmaco em Ítaca e a viagem do jovem em busca de notícias de seu pai;

2 - a chegada de Odisseu ao país dos feaces, onde narra suas aventuras;

3 - o regresso de Odisseu à Ítaca. 


Odisseu e os pretendentes

Algumas aventuras de Odisseu durante seu retorno à Ítaca relatadas na obra:

  • A abertura, pelos marinheiros, de um saco recebido por Odisseu do deus do vento, Éolo, que leva a nau para lugares mais distantes.




  •  A estadia na ilha da feiticeira Circe, que transforma os marinheiros em porcos.




  • O aprisionamento de Odisseu e seus companheiros pelo Ciclope Polifemo e a estratégia para sair da caverna.



  •  A passagem da nau pela ilha das sereias e a estratégia de Odisseu para escapar dos seus encantos.



Se você quiser conhecer mais a fundo essa história fantástica, já sabe: é só procurar o livro na Sala de Leitura da nossa escola e viajar nessa história repleta de aventuras, deuses e seres mitológicos.

sábado, 8 de agosto de 2015

6º Ano - A lenda do Minotauro







As lendas, são histórias de caráter popular ou religioso que tem por objetivo a explicação de coisas complexas, que passavam do entendimento das pessoas comuns na época de seus surgimentos. A lenda do Minotauro, surgiu na Grécia Antiga para explicar a invasão dos aqueus à Ilha de Creta. 




O Minotauro era uma monstruosa criatura, misto de homem e touro, que habitava um labirinto subterrâneo sob o palácio do rei Minos, em Creta. Esse terrível monstro era filho de um touro místico ( lendário ) com a rainha de Creta, Pasífae, esposa do rei Minos, de Creta.


Ruínas do Palácio de Cnossos, na ilha de Creta

Como isso aconteceu?

Segundo a lenda da mitologia grega, Poseidon, deus do mar, enviou a Minos, rei de Creta, um touro branco que deveria ser sacrificado em sua honra.  Deslumbrado com a beleza do animal, o monarca guardou-o para si. Em punição à Minos, Poseidon despertou na rainha Pasífae uma doentia paixão pelo animal e dessa paixão nasceu a monstruosa criatura, com corpo perfeito de homem e cabeça de touro selvagem, que se alimentava de carne humana.


Poseidon, deus dos mares

Esse terrível monstro foi preso pelo rei Minos em um grande labirinto subterrâneo, construído por Dédalo e Ícaro, a mando do rei Minos, o famoso Palácio de Cnossos. Dizia-se que desse labirinto ninguém conseguia sair, pois era impossível achar a saída.

Vitoriosos na guerra contra Atenas, os cretenses exigiram que a cidade enviasse todos os anos sete moças e sete rapazes atenienses para acalmar a fome do Minotauro. Quando os atenienses se preparavam para pagar pela terceira vez o imposto à Creta, Teseu, filho do rei de Atenas, ofereceu-se como voluntário para matar o Minotauro. Teseu prometeu a seu pai que, se você voltasse são e salvo, trocaria a vela negra do navio por uma branca. Assim, vendo o barco, seu pai Egeu de longe ficaria sabendo que Teseu estava vivo. 



Em Creta, a filha do rei Minos, Ariadne, apaixonou-se e secretamente lhe deu um novelo de linha para que ele fosse desenrolando no labirinto e, assim, conseguisse achar o caminho de volta. Teseu lutou bravamente com o touro, conseguiu matá-lo e sair do labirinto, inferindo-lhe uma fulminante punhalada que levou a criatura à morte. Com isso, o rei Minos foi derrubado do trono e Teseu ficou conhecido como herói em todo mundo grego.

Ao retornar para Atenas, Teseu esqueceu o que havia prometido a seu pai: trocar as velas negras pelas brancas. Egeu, rei de Atenas, desesperado acreditando que seu filho havia morrido, atirou-se no mar. Egeu, deu nome ao mar que banha o Leste da Grécia – Mar Egeu.


Para saber mais sobre a lenda do Minotauro produzido pelo History Channel. Além de conhecer mais detalhes sobre a lenda, especialistas fazem uma análise bem interessante sobre o mito a partir dos aspectos culturais e históricos da Grécia Antiga. 



quarta-feira, 5 de agosto de 2015

domingo, 2 de agosto de 2015

6º Ano - A Grécia Antiga




Estamos de volta após alguns dias de descanso.

Neste 3º bimestre, o tema das nossas aulas do 6º ano será a Grécia Antiga. A importância de se conhecer a Grécia da Antiguidade, isto é, a sociedade grega que se desenvolveu entre 2000 a.C. e 500 a.C.,  é que a herança de sua cultura atravessou os séculos, chegando até os nossos dias. Foram influências no campo da filosofia, das artes plásticas, da arquitetura, do teatro, enfim, de muitas idéias e conceitos que deram origem às atuais ciências humanas, exatas e biológicas.

A Grécia Atual

Falamos em Grécia Antiga porque não devemos confundir a Antiguidade grega com o país Grécia que existe hoje, como mostra o mapa acima. A Grécia Antiga não formava uma nação única, mas era composta de várias cidades que tinham suas próprias organizações sociais, políticas e econômicas. E apesar dessas diferenças, os gregos tinham uma só língua, que mesmo com seus dialetos, podia ser entendida pelos povos das várias regiões que formavam a Grécia. Esses povos tinham também a mesma crença religiosa e compartilhavam diversos valores culturais.



A Grécia da Antiguidade


Espero que vocês gostem dos conteúdos e atividades que serão desenvolvidas ao longo do bimestre. Aqui no blog vocês poderão encontrar material extra e poderão acompanhar os trabalhos produzidos por todas as turmas do 6º ano durante o bimestre.

Sejam novamente bem vindos !!

Professora Patrícia