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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Dica de Leitura - Império Romano: fronteiras do passado.




Para supervisionar a construção de cidades e fortificações, o Imperador Adriano esteve em viagem mais da metade dos 21 anos em que comandou Roma. Aqui ele aparece montado e com o braço estendido diante das guarnições que vigiavam a fronteira germânica por volta de 121 d.C.



Leia a reportagem da Revista National Geographic Brasil sobre a rede de muralhas e torres de vigia construídas pelos romanos a fim de assegurar a posse sobre os território do Império construído durante seis séculos.

Clique aqui para ter acesso ao texto.

Boa leitura!

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

6º Ano - Nossa herança romana: o latim







O latim é uma antiga língua indo-européia do ramo itálico originalmente falada no Lácio, a região do entorno de Roma. Embora o latim seja hoje uma língua morta, ou seja, uma língua que não mais possui falantes nativos, ele ainda é empregado pela Igreja Católica para fins rituais e burocráticos. Exerceu enorme influência sobre diversas línguas vivas, ao servir de fonte vocabular para a ciência, o mundo acadêmico e o direito.



O latim vulgar, nome dado ao latim no seu uso popular, é o ancestral das  línguas neolatinas (italinao, francês, espanhol, português, romeno, catalão, romanche e outros idiomas e dialetos regionais da área); muitas palavras adaptadas do latim foram adotadas por outras línguas modernas, como o  inglês. O fato de haver sido a língua de comunicação do mundo ocidental por mais de mil anos é prova de sua influência.




O latim ainda é a língua oficial da Cidade do Vaticano e do Rito Romano (maneira como se celebra a Santa Missa) da Igreja Católica. O latim clássico,  a língua literária do final da República e do início do Império Romano, ainda hoje é ensinado em muitas escolas primárias e secundárias, embora seu papel se tenha reduzido desde o início do século XX.


Para saber mais sobre o latim e as línguas latinas, clique aqui e aqui.

Observação: apesar da herança romana na nossa língua, não devemos esquecer que o português que falamos hoje no Brasil sofreu muita influência das línguas indígenas, principalmente o tupi, assim como das línguas africanas.

Para saber um pouquinho mais sobre a influência das línguas indígenas na construção do português brasileiro, leia esse texto.

E para saber um pouco mais sobre a influência das línguas africas no português, é só ler esse aqui.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

6º Ano - Roma, a cidade eterna




Ruínas do Fórum romano, em Roma, Itália. (Imagem retirada da internet)

Roma é hoje a capital da Itália. A cidade é considerada um "museu a céu aberto" por causa das grandes construções do mundo antigo que ainda existem por lá. Caminhando pelas ruas de Roma é possível encontrar construções de dois mil anos ou mais, como o famoso coliseu.


Ruínas do Coliseu, em Roma, Itália. (Imagem retirada da internet) 

Quando a cidade foi construída, não passava de um pequeno povoado de pastores e agricultores situado às margens do rio Tibre. Com o passar do tempo, foi aumentando seu território até controlar grande parte da Europa e partes da África e Ásia. Nas cidades erguidas pelos romanos se erguiam anfiteatros, fóruns e mercados construídos segundo os padrões romanos da época.


A cidade de Roma, na Antiguidade (imagem retirada da internet).

Neste 4º Bimestre, faremos uma viagem através da Roma Antiga. Uma civilização, que assim como a civilização grega, nos deixou uma importante herança cultura, como por exemplo, a língua que falamos e utilizamos para ler esse texto. O português, assim como o francês, o espanhol, o italiano e o romeno são originários do latim - a língua dos antigos romanos. A sociedade romana também nos deixou conhecimentos no campo da política, do direito, arquitetura e religião. Portanto, conhecer a história da Roma Antiga também é conhecer nossa história.

Espero que gostem!
Sejam bem vindos ao 4º Bimestre!!

6º Ano - A fundação de Roma




Loba Capitolina amamentando os gêmeos Rômulo e Remo


Existem duas teorias sobre a origem da cidade de Roma: 


  • origem histórica
  • origem mítica
Segundo a origem histórica, isto é, a partir das pesquisas dos historiadores, a cidade de Roma se originou de uma fortaleza fundada pelos latinos para defendê-la dos ataques dos etruscos.

Já segundo a origem mítica, isto é, a partir das lendas e histórias contadas pelos antigos romanos, Roma teria sido fundada pelos irmãos gêmeos Remo e Rômulo que, abandonados, foram alimentados e criados por uma loba. 

Quer saber mais sobre essa conhecida história mítica?
Clique aqui.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

sábado, 20 de dezembro de 2014

Dica de leitura Especial de Férias - Espártaco e seus gloriosos gladiadores






O livro escolhido para indicar a vocês é esse da imagem aí de cima. De autoria do escritor Toby Brown, ele faz parte da Coleção Mortos de Fama, uma coleção infanto-juvenil que traz biografias de grandes nomes mundialmente conhecidos de diversas áreas e que já falamos aqui. 

Mas porque Espártaco pode ser considerado um Morto de Fama? Quem nos explica é o próprio autor do livro neste trecho:


"Ele não era rico, não foi rei, nem imperador, nem inventor, nem nada do tipo. Na real, Espártaco era apenas um escravo. Então por que é que 2 mil anos depois da sua morte seu nome inspirou filmes, livros e revoluções pelo mundo todo? Por que exatamente ele seria um morto de fama?
 
O.k., ele até que fez umas coisas legais. Mas na verdade ele não só enfrentou os romanos. Espártaco e seu exército de escravos libertos VENCERAM os romanos. Imagine a vergonha das tropas de choque romanas ao serem derrotadas por um bando de escravos sujismundos. Mas o pior de tudo era um gladiador ter liderado um exército de escravos. Para os romanos, os gladiadores eram a coisa mais baixa que podia haver no mundo. 
 

Os historiadores romanos gostavam de escrever sobre “Grandes Homens”. Escreveram muito sobre imperadores e generais romanos, mas os fatos mais bizarros de suas histórias foram pra debaixo do tapete. Um ou outro escreveu sobre Espártaco e seu exército de escravos... provavelmente tinham um pouco de vergonha da coisa toda. Salústio foi um dos historiadores que escreveu sobre Espártaco.

Ele era um adolescente quando Espártaco ainda lutava na arena. Para nossa felicidade, Salústio escreveu um relato detalhado da guerra dos escravos contra os romanos. Para nossa infelicidade, sobrou pouca coisa do que ele escreveu."


(BROWN, Tony. Espártaco e seus gloriosos gladiadores. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.)


Ficou interessado na história ? A dica é a seguinte: você pode tentar comprar o livro nas diversas livrarias ou sites que existem por aí. Ou então, procurar na Sala de Leitura da escola ou nas  bibliotecas públicas do seu bairro.

Para conhecer um pouco do livro você pode dar uma olhada no site da Editora Cia das Letras, que disponibilizou um trecho do livro para degustação. É só clicar na imagem da capa aí em cima. O livro não está totalmente disponível, apenas algumas páginas, mas vale a pena dar uma olhada. Quem sabe ele não se torna uma boa dica de presente de Natal ?


Boa leitura e boas férias!!
Professora Patrícia