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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

6º Ano: A Mitologia grega




Mito, do grego, significa narrar, contar. No sentido figurado significa coisa inacreditável. Mito significa também personagem divinizado. Logia, do grego lógos, significa estudo, palavra, ciência.

Mitologia é o estudo das lendas, mitos, narrativas e rituais com que os povos adoravam seus deuses e heróis. 

Os Gregos eram politeístas, isto é, adoravam vários deuses, acreditando que esses deuses tinham forma humana, embora fossem mais belos e poderosos que os homens, imortais e possuidores de poderes mágicos.
A mitologia grega surgiu como uma tentativa para as explicações dos fenômenos naturais ou como garantia de vitória nas guerras, de boa colheita, sorte no amor, etc. 
Zeus era o senhor dos homens e supremo mandatário dos deuses que habitavam o monte Olimpo. Para obter as boas graças, os gregos homenageavam as poderosas criaturas com ritos, festas ou oferendas. Cada entidade representava as forças da natureza ou sentimentos humanos: Afrodite representava a beleza e o amor; Atena, a sabedoria; Ártemis, a lua; Dionísio, a festa, o vinho e o prazer; Deméter, a terra fértil; Febo, o sol; Hermes, o vento; Poseidon, os mares; etc. 


Os deuses gregos revelavam também qualidades e defeitos semelhantes aos dos seres humanos: apaixonavam-se, sofriam, conheciam aventuras e desventuras e os Gregos falavam deles como se fossem pessoas: contavam a história da sua vida, as suas lutas, sentimentos...

Além dos deuses, os gregos tinham muitos heróis, quase deuses, que eram capazes de vencer monstros, combater inimigos e realizar feitos impossíveis. Entre eles estão: Perseu, que matou a Medusa; Teseu, que matou o Minotauro; Aquiles, herói grego que lutou na guerra de Tróia; entre outros. 

Para conhecer mais sobre as histórias desses deuses e heróis da Grécia Aniga, você pode assistir os episódios da série Confronto dos deuses. Aqui segue alguns episódios para você viajar no mundo da mitologia grega. 

ZEUS



HADES



MINOTAURO



MEDUSA



HÉRCULES




6º Ano: Dica de filme: Ulisses, a vingança do guerreiro




"Eis a história de um homem que jamais se deixou vencer."
Homero - A Odisséia, Livro I.


A obra Odisséia é um dos principais poemas épicos da Grécia Antiga, atribuído ao poeta Homero. O título desse poema deriva do nome do principal personagem, Odisseu, herói grego mais conhecido pelo seu nome romano, Ulisses. Assim como a Ilíada, a Odisséia baseia-se numa longa tradição oral e assumiu a forma escrita muito tempo depois.

Enquanto a Ilíada é a história de uma guerra, a Guerra de Tróia, a Odisséia é a história de uma viagem fantástica. Ela relata o retorno de Odisseu, rei de Ítaca, após a guerra. Durante dez anos, ele tenta voltar à sua terra natal onde o esperam sua esposa Penélope, seu filho Telêmaco e seu pai Laerte.

A história está dividida em três tempos principais: 

1 -  a situação de Penélope e Telêmaco em Ítaca e a viagem do jovem em busca de notícias de seu pai;

2 - a chegada de Odisseu ao país dos feaces, onde narra suas aventuras;

3 - o regresso de Odisseu à Ítaca. 

Para saber mais sobre essa emocionante história da Grécia Antiga, você pode assistir aos dois episódios da séria Confronto dos deuses - Ulises, a vingança do guerreiro e Ulisses, a maldição dos mares.

ULISSES, A MALDIÇÃO DOS MARES





ULISSES, A VINGANÇA DO GUERREIRO




6º Ano: Dica de filme: Helena de Tróia

"Canta, ó Musa, a ira de Aquiles, filho de Peleu, que tantos males trouxe às hostes dos aqueus".
Homero, A Ilíada, Canto I.


Nossas últimas aulas em sido voltadas para o estudo das obras do poeta Homero, a Ilíada e a Odisséia. Vamos então comentar algumas curiosidades sobre a Guerra de Tróia, tema da obra Ilíada.

Como já vimos, a Ilíada relata apenas os acontecimentos ocorridos no espaço de cerca de cinquenta dias de uma guerra que durou dez anos. Ela trata da ira de Aquiles, o maior herói grego. A ira é causada por uma disputa entre Aquiles e Agamenon, rei de Micenas que comandava o exército grego na guerra. O relato de Homero termina com a morte do herói troiano Heitor e seu funeral.

A história da guerra não é contada na íntegra e como Homero faz várias referências à mitos e acontecimentos que os gregos conheciam, faz-se necessário conhecer um pouco da mitologia grega para entender a obra.

Segundo a tradição grega, a guerra entre gregos e troianos teve como motivo o rapto de Helena, rainha de Esparta e esposa do rei Menelau, por Páris, príncipe troiano filho do rei Príamo. O general Agamenon, rei de Micenas e irmão de Menelau, organizou a expedição de ataque aos troianos, Os gregos venceram a guerra depois de dez anos de combates devido a uma estratégia desenvolvida por Odisseu, rei de Ítaca.

Para saber mais sobre essa história, você pode procurar na Sala de Leitura da escola o livro Ilíada, de Homero e saborear essa deliciosa aventura mítica.
Pode também assistir ao filme, Helena de Tróia, que reconta a história de contada pelo poeta Homero.





quinta-feira, 25 de junho de 2015

7º Ano - Quetzalcoatl - A Serpente Emplumada





A mitologia asteca era repleta de deuses e deusas, pois a religião deste povo era politeísta. Os astecas costumavam fazer rituais de sacrifícios humanos e de animais para agradar ou acalmar seus deuses. Os deuses tinham forma humana misturada com animais e estavam diretamente ligados às forças da natureza e aos sentimentos humanos.

Qeutzalcoatl era considerada uma das divindades mais antigas da América Central. Seu nome significa Serpente Emplumada. Essa mistura de ave com serpente se explica, segundo o simbolismo ameríndio, como sendo união das forças telúricas (a serpente) e das forças celestiais.

Quetzalcoatl era tido como um deus civilizador, inventor das artes da escrita e dos calendários, considerado patrono dos artífices, e apresentava-se ornamentado com as penas da ave quetzal. Sobre a cabeça, portava também um gorro cônico feito de pele de jaguar, trazendo na parte posterior um penacho de penas negras e rubras. No rosto tinha uma máscara vermelha de ave, lembrando a sua outra encarnação de Ehécatl, o deus do vento, enquanto nas mãos trazia um incensário e uma bolsa para o copal (resina utilizada para a elaboração do incenso). Finalmente, no peito, trazia o Peitoral do Vento, sob a forma de uma concha mágica - a mesma que utilizou no episódio do furto dos ossos.

Para saber um pouco mais sobre esse poderoso e importante deus da mitologia asteca, assista o vídeo Confronto dos Deuses - A História de Quetzalcoatl.



sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Dica de leitura: A epopeia de Gilgamesh



A Epopeia de Gilgamesh é uma fantástica lenda dos povos sumérios. Considerada a obra literária mais antiga criada pelos seres humanos, ela é composta por doze cantos com cerca de 300 versos cada um.

A lenda conta a história de Gilgamesh, rei sumério e fundador da cidade de Uruk que governou a região por volta do ano 2.700 a.c. Esta epopeia é conhecida graças à descoberta de uma placa de argila escrita em caracteres cuneiformes em ruínas da região mesopotâmica, sendo traduzida por volta de 1890 d.d.

Como já vimos nas nossas aulas, a região que compreendia a Suméria se estendia do centro sul da Mesopotâmia como pode ser vista no mapa abaixo. Não se sabe ao certo quando foi que os sumérios se estabeleceram nestas terras, mas pesquisas arqueológicas indicam o estabelecimento de cidades a pelo menos uns 5000 a.C.


Em laranja, a localização da Suméria, no território da antiga Mesopotâmia. Hoje, a região pertence ao sul do atual território do Iraque.

Para os historiadores, a história de Gilgamesh possibilita não somente entender os costumes dos povos desta época, como também compreender a visão de mundo que eles tinham, já que Gilgamesh viaja por muitos lugares. Além disso, nos ajuda a entender alguns aspectos da religião suméria e alguns aspectos de ordem política e social, já que desbravando os versos do poema, pode-se retirar uma análise da sociedade daquela época. 

A Sala de Leitura da nossa escola possui os três volumes da trilogia A Epopeia de Gilgamesh. Dê uma passada por lá e aproveite para conhecer um pouco mais dessa interessante e emocionante história da antiguidade.

Segue uma pequena sinopse de cada livro:


Volume 1 - Rei Gilgamesh



Este volume conta sobre a construção da muralha da cidade de Uruk pelo rei Gilgamesh.


Volume 2 - A vingança de Ishtar




Neste segundo volume, Gilgamesh e seu amigo Enkidu saem em busca do monstro Humbaba para vingar a morte da doce Shamhat. Tudo vai bem até aparecer a temerosa Ishtar.


Volume 3 - A última busca de Gilgamesh



O último volume da trilogia, conta o episódio em que o rei parte de Uruk em busca do segredo da imortalidade.


Boa leitura!