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segunda-feira, 17 de agosto de 2020

8º e 9º Ano - Os caras pintadas

 




Olá, alunos do 8º e 9º Ano!!


O semestre está a todo vapor! Espero que estejam bem e animados para nossa atividade da semana, que envolve a leitura e interpretação do livro "Rômulo e Júlia: os caras pintadas". Os personagens são dois adolescentes que se conhecem durante uma manifestação dos Caras Pintadas e se apaixonam. E junto com a paixão surgem revelações perturbadoras.


Iremos, através desta leitura, conhecer um pouco sobre um acontecimento que marcou a História do Brasil - o Movimento dos Caras Pintadas - que ocorreu em 1992 quando milhares de estudantes saíram às ruas de preto com os rostos pintados de verde e amarelo. Eles pediam o impeachment do então presidente do Brasil, Fernando Collor de Mello. 

Ficou curioso em saber por que a história de Rômulo e Júlia envolve um mistério e que foi o Movimento dos Caras Pintadas? 


É só acessar o link abaixo e você vai saber tudo! A atividade também está disponível na Plataforma Teams.


LINK

https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=9uE1lQaXt0yPI5WqOAmKuwQvKt9BkiBKhQSYO00JURlUNkNWRzdVQ1paT0MxQVgxNUQ5OTZQRkg2Ty4u

Bons estudos e boa semana!

terça-feira, 4 de agosto de 2020

8º e 9º Ano - O PEQUENO PRÍNCIPE - Lições de Amizade






Bem vindos a mais um semestre letivo!

Espero que tenham tido um ótimo recesso e estejam cheios de energia para recomeçarmos! 


Nesses tempos de pandemia, temos vistos muitas mudanças nas relações entre as pessoas. Uma delas é a dificuldade - e até mesmo impedimento - de mantermos contatos mais próximos com as pessoas que mais amamos. A quarentena significa uma mudança brusca na rotina das pessoas que, de forma geral, nunca precisaram passar tanto tempo presas dentro de casa. De repente, os abraços, beijos, a proximidade ao falar em uma conversa presencial se tornaram proibição médica. Até mesmo um simples aperto de mão, tão comum e corriqueiro, ganhou novo significado. 

Com isso, as redes sociais têm se firmado como meio para milhares de pessoas para se manterem conectadas a amigos e familiares. É só olhar seu feed do Instagram. Todos os dias, os stories ficam cheios de pessoas fazendo lives ou compartilhando imagens de video chamadas. 

O poeta Mário Quinta dizia que a "amizade é um amor que nunca morre". Ele tem suas razões para essa afirmação e nesse momento de distanciamento social e restrições involuntárias devemos aproveitar para refletir sobre o conceito de amizade. Os amigos proporcionam momentos divertidos, nos fazem companhia nas horas boas e más, nos tornam pessoas melhores e muito mais. Mesmo quando a distância e outras razões nos afastam, o rastro da amizade é inapagável. 

A proposta de atividade dessa semana é, através da leitura do livro O Pequeno Príncipe refletir sobre os amigos e a amizade nesses tempos de pandemia. A atividade está disponível na Plataforma Teams e no link abaixo.


LINK

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScWsUfukU8fQFgRM1jjbRx_Z42b8Yvy-VjhxABAxPaqoxayNA/viewform?usp=pp_url

terça-feira, 14 de julho de 2020

8º E 9º Ano - NÃO SE ESQUEÇAM DA ROSA: tragédia no Japão durante a Segunda Guerra Mundial





Olá, alunos do 8º e 9º Ano!

Espero que todos estejam bem! Essa é nossa última semana de atividades antes do recesso (Obaa!!).

Nossa atividade dessa semana será conhecer um pouco do papel do Japão na Segunda Guerra e refletir sobre suas conseqüências. Para realizar essa tarefa, temos como proposta a leitura e interpretação do livro “Não se esqueçam da Rosa”. Leia-o, assista aos vídeos indicados, ouça a música e responda as questões propostas.

Prestem atenção que também realizaremos a atividade num outro formato: através de um Formulário. É uma ferramenta bem bacana, pois você poderá fazer a atividade no formulário e depois me enviar. Quando voltarmos do recesso, poderemos realizar um encontro online para discutirmos essa atividade. O que acham?

Clique no link para ter acesso à atividade.

LINK

Bons estudos e um ótimo recesso a todos!
Lembrando que as recomendações para se proteger do coronavírus continuam!

Fiquem em casa e se precisarem sair, usem máscara!


quinta-feira, 2 de julho de 2020

8º e 9º Ano - Ler é bom, experimente!







A partir dessa semana, realizaremos algumas atividades de incentivo à leitura. Essas atividades envolverão a leitura de pequenos livros com proposta de interpretação que envolve várias temáticas ligadas à História. 

Vamos começar com uma atividade de sensibilização que consiste em assistir um vídeo e registrar nossas impressões, assim como hábitos de leitura.

Para acessar a atividade, clique no link abaixo. Não deixe de participar!


Bons estudos!

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Dica de leitura - O cortiço (Aluisio Azevedo)

http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/cortico.pdf



O Cortiço é um romance do escritor brasileiro Aluísio de Azevedo. Foi publicado em 1890 e faz parte do movimento naturalista do Brasil. Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo foi um escritor, diplomata, caricaturista e jornalista brasileiro nascido em São Luís do Maranhão. Ele dá início ao Naturalismo na literatura brasileira ao publicar o romance O Mulato em 1881, no qual revela ser abolicionista. Foi membro da Academia Brasileira de Letras.

A obra retrata a vida das pessoas simples em um cortiço (habitação coletiva) do Rio de Janeiro. O período em que a ação acontece não está definido, sabemos apenas que ocorre no Rio de Janeiro do século XIX. O livro resgata o drama da transição do trabalho escravo para o trabalho livre. João Romão, personagem principal, aproveita o momento, como outros capitalistas em ascensão, para submeter os trabalhadores e especialmente os ex-escravos a um outro tipo de dominação, igualmente dramática. O rapaz português que dormia em uma esteira com travesseiro composto de um saco de estopa cheio de palha tornou-se taverneiro, proprietário do cortiço e da pedreira. Assim, o romance reflete o crescimento urbano do seu tempo, o nascimento de uma nova burguesia que convivia, lado a lado, com a pobreza absoluta.
Aluísio Azevedo descreve nas entrelinhas de sua obra sobre o trabalho imigrante, a formação dos cortiços e o formato das relações sociais na época da recente abolição da escravatura, dos manifestos republicanos e da Proclamação da República Brasileira. Ele apresenta ainda detalhes precisos da forma em que ricos e pobres se organizavam de maneira familiar e como eram os seus costumes e as suas culturas.
A obra está sob domínio público, quer dizer, pode ser utilizada e reproduzida sem nenhum tipo de autorização. Você pode então, baixar o livro e ler quando e onde quiser!

Boa leitura!
Obs: Clique na imagem acima para ter acesso ao livro.

terça-feira, 7 de abril de 2020

9º Ano - Dica de Leitura - O Rio de João do Rio





João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto foi um jornalista, tradutor e teatrólogo brasileiro. Mais conhecido como João do Rio, foi um dos mais influentes escritores do início do século XX e ocupou a cadeira nº 26 da Academia Brasileira de Letras. 

Seus textos descrevem os marginalizados da sociedade carioca há mais de cem anos: prostitutas, trabalhadores do porto, tatuadores, mendigos, meninos de rua, entre outros. Foi um dos primeiros jornalistas a sair às ruas em busca de notícias. Até então, os jornais brasileiros eram constituídos por artigos e textos literários escritos por pessoas de renome na sociedade.

Em seus textos, o autor faz um inventário do que vê pelas ruas da cidade do Rio de Janeiro - uma cidade que ao se despontar como capital da nascente república, sofre profundas transformações urbanísticas e sociais.  

Grande parte de suas obras estão sob domínio público, isto é, ela pode ser utilizada por qualquer pessoa. Você pode ter acesso a algumas das principais obras de João do Rio baixando os  textos pela internet.

Que tal aproveitar esses dias de quarentena para conhecer mais sobre o Rio de Janeiro do início do século XX?

Boa leitura!

A alma encantadora das ruas


As religiões no Rio


Clique nas imagens e tenha acesso aos textos.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

9º Ano - Música Popular e a República




Quem foi quem inventou o Brasil? A música popular conta a História da República, é o título da coleção de três volumes escritos pelo jornalista Franklin Martins. Os livros são resultado da pesquisa realizada pelo jornalista e faz um inventário das relações de poder construídas entre música e política ao longo de um século, abrangendo o período que vai de 1902 a 2002. 

Composta por três volumes, a coleção apresenta mais de 1.100 canções contextualizadas no cenário politico nacional e mostra como a música foi a trilha sonora da política no Brasil, sendo posta contra ou a favor dos interesses populares.

Além do livro, o jornalista criou um site onde é possível ter acesso às músicas reunidas nos livros.

Para ter acesso ao site, clique na imagem abaixo. 


 http://quemfoiqueinventouobrasil.com/


segunda-feira, 11 de julho de 2016

9º Ano - Dica de leitura: "Maus, a história de um sobrevivente".







Maus (rato, em alemão), é a história de Vladek Spielgelman, judeu polonês que sobreviveu ao campo de concentração de Auchwitz, narrada por ele próprio ao filho Art. O livro é considerado um clássico contemporâneo das histórias em quadrinhos. Foi publicado em duas partes: a primeira em 1986 e a segunda em 1991.

Na história, os judeus são retratados como ratos e os nazistas ganham feições de gatos; poloneses não judeus são porcos e americanos, cachorros. Esse recurso, aliado à ausência de cor dos quadrinhos, reflete o espírito do livro: trata-se de um relato incisivo e perturbador, que evidencia a brutalidade da catástrofe do holocausto.

Se você é fã de Histórias em Quadrinhos ou fã de histórias sobre a Segunda Guerra Mundial, não pode deixar de ler esse livro. E se não gosta, você também tem que ler, pois sua opinião irá mudar depois de lê-lo.

Então, você pode comprar ou procurar um exemplar na Sala de Leitura da escola. Ou acessar os links abaixo e baixar os livros em seu computador para ler na hora que quiser!


Boa leitura!!





sábado, 25 de junho de 2016

6º Ano - Dica de leitura: Tutancâmon e sua tumba cheia de tesouros






Ao longo de 3 mil anos de supremacia, o Egito Antigo foi governado por centenas de faraós. Mas entre todos esses reis poderosos, o mais lembrado é Tutancâmon. Desde o dia 23 de novembro de 1922, quando o arqueólogo britânicoa Howard Carter adentrou a tumba do "Faraó Perdido", praticamente intocada até então, milhões de pessoas de todo o mundo puderam ver de perto a sua múmia e todos os seus tesouros.  


O livro Tutancâmon e sua tumba cheia de tesouros, de autoria de Michael Cox, conta a história do faraó Tut de uma maneira bem humorada e cheia de piadas e ironias, o que o torna de leitura leva e divertida. Ele pretentede mostrar toda a história da descoberta da tumba, assim como toda a história de vida de Tutancâmon e da vida no Egito Antigo por meio de textos e tiras de histórias em quadrinhos. 

Este livro faz parte da Coleção infanto-juvenil chamada Mortos de Fama, que traz biografias de grandes nomes mundialmente conhecidos de diversas áreas. Vale a pena procurá-lo e conhecer um poucos mais sobre a vida do maior faraó da história do Egito Antigo!!

segunda-feira, 16 de maio de 2016

7º Ano - Dica de leitura: "O reino de Gana: senhores do ouro".




Mineradores e com autonomia no deserto do Saara, os habitantes do reino de Gana tornaram-se a mais poderosa civilização da África por mais de 400 anos.


Leia a reportagem da revista Aventuras na História para saber mais sobre uma das civilizações mais ricas da África.











terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Dica de Leitura - Império Romano: fronteiras do passado.




Para supervisionar a construção de cidades e fortificações, o Imperador Adriano esteve em viagem mais da metade dos 21 anos em que comandou Roma. Aqui ele aparece montado e com o braço estendido diante das guarnições que vigiavam a fronteira germânica por volta de 121 d.C.



Leia a reportagem da Revista National Geographic Brasil sobre a rede de muralhas e torres de vigia construídas pelos romanos a fim de assegurar a posse sobre os território do Império construído durante seis séculos.

Clique aqui para ter acesso ao texto.

Boa leitura!

terça-feira, 1 de setembro de 2015

6º Ano - Livro do Artesanato Waiãpi




Atenção, alunos da turma 1603!

Aqui vai o link para o acesso ao Livro do Artesanato Waiãpi que vocês utilizaram em sala para realizarem a pesquisa.

Vamos arrasar na nossa exposição cultural!!

Para acessar o livro, basta clicar na imagem abaixo.



segunda-feira, 17 de agosto de 2015

6º Ano - A Ilíada







"Canta, ó Musa, a ira de Aquiles, filho de Peleu, que tantos males trouxe às hostes dos aqueus".
Homero, A Ilíada, Canto I.


Nossas últimas aulas em sido voltadas para o estudo das obras do poeta Homero, a Ilíada e a Odisséia. Vamos então comentar algumas curiosidades sobre a Guerra de Tróia, tema da obra Ilíada.

Como já vimos, a Ilíada relata apenas os acontecimentos ocorridos no espaço de cerca de cinquenta dias de uma guerra que durou dez anos. Ela trata da ira de Aquiles, o maior herói grego. A ira é causada por uma disputa entre Aquiles e Agamenon, rei de Micenas que comandava o exército grego na guerra. O relato de Homero termina com a morte do herói troiano Heitor e seu funeral.

A história da guerra não é contada na íntegra e como Homero faz várias referências à mitos e acontecimentos que os gregos conheciam, faz-se necessário conhecer um pouco da mitologia grega para entender a obra.


Segundo a tradição grega, a guerra entre gregos e troianos teve como motivo o rapto de Helena, rainha de Esparta e esposa do rei Menelau, por Páris, príncipe troiano filho do rei Príamo. O general Agamenon, rei de Micenas e irmão de Menelau, organizou a expedição de ataque aos troianos, Os gregos venceram a guerra depois de dez anos de combates devido a uma estratégia desenvolvida por Odisseu, rei de Ítaca.



Fingindo terem desistido da guerra, os gregos embarcaram em seus navios deixando na praia um enorme cavalo de madeira que os troianos decidiram levar para o interior de sua cidade como símbolo da sua vitória. À noite, enquanto todos dormiam, os soldados gregos que se escondiam dentro da estrutura oca de madeira do cavalo, saíram e abriram os portões para que todo o exército (cujos navios haviam retornado secretamente à praia) invadisse a cidade. Apanhados de surpresa, os troianos foram vencidos e a cidade incendiada. As mulheres (inclusive a rainha Hécuba, a princesa Cassandra e Andrômaca, viúva de Heitor) foram escravizadas. O rei Príamo e a maioria dos homens foram mortos.




Para conhecer melhor os antecedentes da guerra, os personagens, deuses e heróis e o que aconteceu depois da morte de Heitor, vocês podem acessar o site indicado abaixo. Além de informações sobre a Guerra de Tróia, nele vocês encontrarão muitas informações sobre a mitologia grega em geral.


Clique na imagem para ter acesso ao site.

6º Ano - A Odisséia







"Eis a história de um homem que jamais se deixou vencer."
Homero - A Odisséia, Livro I.


A obra Odisséia é um dos principais poemas épicos da Grécia Antiga, atribuído ao poeta Homero. O título desse poema deriva do nome do principal personagem, Odisseu, herói grego mais conhecido pelo seu nome romano, Ulisses. Assim como a Ilíada, a Odisséia baseia-se numa longa tradição oral e assumiu a forma escrita muito tempo depois.

Enquanto a Ilíada é a história de uma guerra, a Guerra de Tróia, a Odisséia é a história de uma viagem fantástica. Ela relata o retorno de Odisseu, rei de Ítaca, após a guerra. Durante dez anos, ele tenta voltar à sua terra natal onde o esperam sua esposa Penélope, seu filho Telêmaco e seu pai Laerte.

A história está dividida em três tempos principais: 

1 -  a situação de Penélope e Telêmaco em Ítaca e a viagem do jovem em busca de notícias de seu pai;

2 - a chegada de Odisseu ao país dos feaces, onde narra suas aventuras;

3 - o regresso de Odisseu à Ítaca. 


Odisseu e os pretendentes

Algumas aventuras de Odisseu durante seu retorno à Ítaca relatadas na obra:

  • A abertura, pelos marinheiros, de um saco recebido por Odisseu do deus do vento, Éolo, que leva a nau para lugares mais distantes.




  •  A estadia na ilha da feiticeira Circe, que transforma os marinheiros em porcos.




  • O aprisionamento de Odisseu e seus companheiros pelo Ciclope Polifemo e a estratégia para sair da caverna.



  •  A passagem da nau pela ilha das sereias e a estratégia de Odisseu para escapar dos seus encantos.



Se você quiser conhecer mais a fundo essa história fantástica, já sabe: é só procurar o livro na Sala de Leitura da nossa escola e viajar nessa história repleta de aventuras, deuses e seres mitológicos.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Dica de leitura Especial de Férias - Espártaco e seus gloriosos gladiadores






O livro escolhido para indicar a vocês é esse da imagem aí de cima. De autoria do escritor Toby Brown, ele faz parte da Coleção Mortos de Fama, uma coleção infanto-juvenil que traz biografias de grandes nomes mundialmente conhecidos de diversas áreas e que já falamos aqui. 

Mas porque Espártaco pode ser considerado um Morto de Fama? Quem nos explica é o próprio autor do livro neste trecho:


"Ele não era rico, não foi rei, nem imperador, nem inventor, nem nada do tipo. Na real, Espártaco era apenas um escravo. Então por que é que 2 mil anos depois da sua morte seu nome inspirou filmes, livros e revoluções pelo mundo todo? Por que exatamente ele seria um morto de fama?
 
O.k., ele até que fez umas coisas legais. Mas na verdade ele não só enfrentou os romanos. Espártaco e seu exército de escravos libertos VENCERAM os romanos. Imagine a vergonha das tropas de choque romanas ao serem derrotadas por um bando de escravos sujismundos. Mas o pior de tudo era um gladiador ter liderado um exército de escravos. Para os romanos, os gladiadores eram a coisa mais baixa que podia haver no mundo. 
 

Os historiadores romanos gostavam de escrever sobre “Grandes Homens”. Escreveram muito sobre imperadores e generais romanos, mas os fatos mais bizarros de suas histórias foram pra debaixo do tapete. Um ou outro escreveu sobre Espártaco e seu exército de escravos... provavelmente tinham um pouco de vergonha da coisa toda. Salústio foi um dos historiadores que escreveu sobre Espártaco.

Ele era um adolescente quando Espártaco ainda lutava na arena. Para nossa felicidade, Salústio escreveu um relato detalhado da guerra dos escravos contra os romanos. Para nossa infelicidade, sobrou pouca coisa do que ele escreveu."


(BROWN, Tony. Espártaco e seus gloriosos gladiadores. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.)


Ficou interessado na história ? A dica é a seguinte: você pode tentar comprar o livro nas diversas livrarias ou sites que existem por aí. Ou então, procurar na Sala de Leitura da escola ou nas  bibliotecas públicas do seu bairro.

Para conhecer um pouco do livro você pode dar uma olhada no site da Editora Cia das Letras, que disponibilizou um trecho do livro para degustação. É só clicar na imagem da capa aí em cima. O livro não está totalmente disponível, apenas algumas páginas, mas vale a pena dar uma olhada. Quem sabe ele não se torna uma boa dica de presente de Natal ?


Boa leitura e boas férias!!
Professora Patrícia

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Dica de leitura: Isaac Newton e sua maçã






Na postagem do dia 14 de abril de 2014, eu passei uma dica de leitura super bacana: o livro Isaac Newton e sua maçã. Hoje volto a falar do assunto para avisa-lós, alunos da Escola Almirante Tamandaré, que a Sala de Leitura da nossa escola possui um exemplar deste livro!


Como vocês já devem estar sabendo, a nossa Sala de Leitura está sendo reorganizada e em breve iremos retornar com a atividade de empréstimos aos alunos e professores. E vocês terão a oportunidade de pegar este livro emprestado e saborear uma leitura que contém uma história rica em conhecimento e também muito divertida.

Ficou curioso? Quer saber mais sobre o livro? Leia a postagem sobre ele clicando no link abaixo:


Boa leitura e bom fim de semana!

domingo, 28 de setembro de 2014

Afinal, porque estudamos as civilizações antigas ?




Essa tem sido uma pergunta bastante frequente durante nossas aulas e conversas sobre o estudo dos povos da Antiguidade, principalmente dos povos da Mesopotâmia, que tem sido objeto de nossos estudos.

Porque estudamos povos que estão distantes da nossa realidade tanto em termos geográficos como em relação ao tempo?

Para responder essa questão, trouxe um trecho do livro do Professor Marcelo Rede, da Universidade de São Paulo.


“Conhecendo mais sobre essas sociedades do passado, sobre seus hábitos estranhos e seus modos de vida tão diferentes dos nossos, você não só ganhará informações, como também se acostumará a interpretar as diversas culturas e a perceber que elas são como são por causa de muitos fatores, que agem em conjunto e nem sempre são visíveis, e que elas não são uma obra do destino, mas uma construção dos homens. Isso poderá ajudá-lo a compreender melhor as sociedades humanas...inclusive a sua.”  (REDE, Marcelo. A Mesopotâmia. São Paulo: Saraiva, 2002, p.6).




E aproveitando a ocasião, recomendo a leitura do livro de onde esse trecho foi retirado. Você terá a oportunidade de se aprofundar e aprender um pouco mais sobre essa sociedade tão fascinante.

Boa leitura!

sábado, 20 de setembro de 2014

Dica de Leitura: D. João Carioca







A dica de leitura de hoje é o livro D. João Carioca: a Corte portuguesa chega ao Brasil (1808-1821), escrito pela historiadora Lilia Moritz Shcwarcz e ilustrado pelo cartunista Spacca. Através da linguagem dos quadrinhos, o livro reconta a história da vinda de Dom João VI ao Brasil e sua permanência, mesmo depois de passadas as causas que deram motivo à sua fuga de Portugal.


Sinopse do livro (retirado do site da Editora Cia das Letras):

Há quem diga que d. João gostou tanto do Brasil que por aqui foi ficando. Mesmo depois que os franceses foram expulsos de Portugal, que aconteceu o Congresso de Viena, que a paz foi decretada e a guerra chegou ao fim, o prícipe português preferiu não voltar a ocupar o seu trono em Portugal. Na nova capital do Império, sediada no Rio de Janeiro, o príncipe regente reproduziu a pesada estrutura portuguesa, criou instituições e escolas, fundou jornais e o Banco do Brasil. Além do mais, encontrou um belo lugar para morar - a Quinta da Boa Vista -, onde ficava, sobretudo, apartado da esposa, Carlota Joaquina, que vivia em Botafogo. 
Esqueceu da guerra, sarou da gota e aproveitou o clima e as frutas dos trópicos. Acomodou-se de tal maneira que virou um "João carioca" - personagem popular de nossa história e cuja passagem pelo Brasil completa duzentos anos em 2008. Para lembrar dessa data especial, o cartunista Spacca e a historiadora Lilia Moritz Schwarcz narram a aventura da casa real que atravessa o oceano e pela primeira vez governa um império a partir de sua colônia americana. 


A Sala de Leitura da nossa escola possui um exemplar deste livro!
Aproveite para saber um pouco mais sobre esse importante momento da nossa história de uma maneira bem divertida.

Boa leitura!

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Dica de leitura: A epopeia de Gilgamesh



A Epopeia de Gilgamesh é uma fantástica lenda dos povos sumérios. Considerada a obra literária mais antiga criada pelos seres humanos, ela é composta por doze cantos com cerca de 300 versos cada um.

A lenda conta a história de Gilgamesh, rei sumério e fundador da cidade de Uruk que governou a região por volta do ano 2.700 a.c. Esta epopeia é conhecida graças à descoberta de uma placa de argila escrita em caracteres cuneiformes em ruínas da região mesopotâmica, sendo traduzida por volta de 1890 d.d.

Como já vimos nas nossas aulas, a região que compreendia a Suméria se estendia do centro sul da Mesopotâmia como pode ser vista no mapa abaixo. Não se sabe ao certo quando foi que os sumérios se estabeleceram nestas terras, mas pesquisas arqueológicas indicam o estabelecimento de cidades a pelo menos uns 5000 a.C.


Em laranja, a localização da Suméria, no território da antiga Mesopotâmia. Hoje, a região pertence ao sul do atual território do Iraque.

Para os historiadores, a história de Gilgamesh possibilita não somente entender os costumes dos povos desta época, como também compreender a visão de mundo que eles tinham, já que Gilgamesh viaja por muitos lugares. Além disso, nos ajuda a entender alguns aspectos da religião suméria e alguns aspectos de ordem política e social, já que desbravando os versos do poema, pode-se retirar uma análise da sociedade daquela época. 

A Sala de Leitura da nossa escola possui os três volumes da trilogia A Epopeia de Gilgamesh. Dê uma passada por lá e aproveite para conhecer um pouco mais dessa interessante e emocionante história da antiguidade.

Segue uma pequena sinopse de cada livro:


Volume 1 - Rei Gilgamesh



Este volume conta sobre a construção da muralha da cidade de Uruk pelo rei Gilgamesh.


Volume 2 - A vingança de Ishtar




Neste segundo volume, Gilgamesh e seu amigo Enkidu saem em busca do monstro Humbaba para vingar a morte da doce Shamhat. Tudo vai bem até aparecer a temerosa Ishtar.


Volume 3 - A última busca de Gilgamesh



O último volume da trilogia, conta o episódio em que o rei parte de Uruk em busca do segredo da imortalidade.


Boa leitura!

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Revolução Francesa em Quadrinhos







Para quem gosta de histórias em quadrinhos, segue a dica da HQ sobre a Revolução Francesa.
Feita por André Diniz, renomado roteirista e desenhista de histórias em quadrinhos, esta HQ mostra que a mesma revolução que anunciou a liberdade, a igualdade e a fraternidade, trazendo as sementes da democracia moderna, trouxe também opressão, violência e terror. 


Segue o arquivo em PowerPoint para vocês baixarem e lerem no computador. 
Aproveitem!