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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

6º Ano - Dica de vídeo: A Odisséia




A obra Odisséia é um dos principais poemas épicos da Grécia Antiga, atribuído ao poeta Homero. O título desse poema deriva do nome do principal personagem, Odisseu, herói grego mais conhecido pelo seu nome romano, Ulisses. Assim como a Ilíada, a Odisséia baseia-se numa longa tradição oral e assumiu a forma escrita muito tempo depois.

Enquanto a Ilíada é a história de uma guerra, a Guerra de Tróia, a Odisséia é a história de uma viagem fantástica. Ela relata o retorno de Odisseu, rei de Ítaca, após a guerra. Durante dez anos, ele tenta voltar à sua terra natal onde o esperam sua esposa Penélope, seu filho Telêmaco e seu pai Laerte.

A história está dividida em três tempos principais: 

1 -  a situação de Penélope e Telêmaco em Ítaca e a viagem do jovem em busca de notícias de seu pai;

2 - a chegada de Odisseu ao país dos feaces, onde narra suas aventuras;

3 - o regresso de Odisseu à Ítaca. 


Assista a animação e conheça essa aventura do herói que jamais se deixou vencer.


























sexta-feira, 9 de setembro de 2016

6º Ano: A Mitologia grega




Mito, do grego, significa narrar, contar. No sentido figurado significa coisa inacreditável. Mito significa também personagem divinizado. Logia, do grego lógos, significa estudo, palavra, ciência.

Mitologia é o estudo das lendas, mitos, narrativas e rituais com que os povos adoravam seus deuses e heróis. 

Os Gregos eram politeístas, isto é, adoravam vários deuses, acreditando que esses deuses tinham forma humana, embora fossem mais belos e poderosos que os homens, imortais e possuidores de poderes mágicos.
A mitologia grega surgiu como uma tentativa para as explicações dos fenômenos naturais ou como garantia de vitória nas guerras, de boa colheita, sorte no amor, etc. 
Zeus era o senhor dos homens e supremo mandatário dos deuses que habitavam o monte Olimpo. Para obter as boas graças, os gregos homenageavam as poderosas criaturas com ritos, festas ou oferendas. Cada entidade representava as forças da natureza ou sentimentos humanos: Afrodite representava a beleza e o amor; Atena, a sabedoria; Ártemis, a lua; Dionísio, a festa, o vinho e o prazer; Deméter, a terra fértil; Febo, o sol; Hermes, o vento; Poseidon, os mares; etc. 


Os deuses gregos revelavam também qualidades e defeitos semelhantes aos dos seres humanos: apaixonavam-se, sofriam, conheciam aventuras e desventuras e os Gregos falavam deles como se fossem pessoas: contavam a história da sua vida, as suas lutas, sentimentos...

Além dos deuses, os gregos tinham muitos heróis, quase deuses, que eram capazes de vencer monstros, combater inimigos e realizar feitos impossíveis. Entre eles estão: Perseu, que matou a Medusa; Teseu, que matou o Minotauro; Aquiles, herói grego que lutou na guerra de Tróia; entre outros. 

Para conhecer mais sobre as histórias desses deuses e heróis da Grécia Aniga, você pode assistir os episódios da série Confronto dos deuses. Aqui segue alguns episódios para você viajar no mundo da mitologia grega. 

ZEUS



HADES



MINOTAURO



MEDUSA



HÉRCULES




6º Ano: Dica de filme: Ulisses, a vingança do guerreiro




"Eis a história de um homem que jamais se deixou vencer."
Homero - A Odisséia, Livro I.


A obra Odisséia é um dos principais poemas épicos da Grécia Antiga, atribuído ao poeta Homero. O título desse poema deriva do nome do principal personagem, Odisseu, herói grego mais conhecido pelo seu nome romano, Ulisses. Assim como a Ilíada, a Odisséia baseia-se numa longa tradição oral e assumiu a forma escrita muito tempo depois.

Enquanto a Ilíada é a história de uma guerra, a Guerra de Tróia, a Odisséia é a história de uma viagem fantástica. Ela relata o retorno de Odisseu, rei de Ítaca, após a guerra. Durante dez anos, ele tenta voltar à sua terra natal onde o esperam sua esposa Penélope, seu filho Telêmaco e seu pai Laerte.

A história está dividida em três tempos principais: 

1 -  a situação de Penélope e Telêmaco em Ítaca e a viagem do jovem em busca de notícias de seu pai;

2 - a chegada de Odisseu ao país dos feaces, onde narra suas aventuras;

3 - o regresso de Odisseu à Ítaca. 

Para saber mais sobre essa emocionante história da Grécia Antiga, você pode assistir aos dois episódios da séria Confronto dos deuses - Ulises, a vingança do guerreiro e Ulisses, a maldição dos mares.

ULISSES, A MALDIÇÃO DOS MARES





ULISSES, A VINGANÇA DO GUERREIRO




6º Ano: Dica de filme: Helena de Tróia

"Canta, ó Musa, a ira de Aquiles, filho de Peleu, que tantos males trouxe às hostes dos aqueus".
Homero, A Ilíada, Canto I.


Nossas últimas aulas em sido voltadas para o estudo das obras do poeta Homero, a Ilíada e a Odisséia. Vamos então comentar algumas curiosidades sobre a Guerra de Tróia, tema da obra Ilíada.

Como já vimos, a Ilíada relata apenas os acontecimentos ocorridos no espaço de cerca de cinquenta dias de uma guerra que durou dez anos. Ela trata da ira de Aquiles, o maior herói grego. A ira é causada por uma disputa entre Aquiles e Agamenon, rei de Micenas que comandava o exército grego na guerra. O relato de Homero termina com a morte do herói troiano Heitor e seu funeral.

A história da guerra não é contada na íntegra e como Homero faz várias referências à mitos e acontecimentos que os gregos conheciam, faz-se necessário conhecer um pouco da mitologia grega para entender a obra.

Segundo a tradição grega, a guerra entre gregos e troianos teve como motivo o rapto de Helena, rainha de Esparta e esposa do rei Menelau, por Páris, príncipe troiano filho do rei Príamo. O general Agamenon, rei de Micenas e irmão de Menelau, organizou a expedição de ataque aos troianos, Os gregos venceram a guerra depois de dez anos de combates devido a uma estratégia desenvolvida por Odisseu, rei de Ítaca.

Para saber mais sobre essa história, você pode procurar na Sala de Leitura da escola o livro Ilíada, de Homero e saborear essa deliciosa aventura mítica.
Pode também assistir ao filme, Helena de Tróia, que reconta a história de contada pelo poeta Homero.





6º Ano - Grécia Antiga: O período Homérico

6º Ano - Introdução ao Estudo da Grécia Antiga

segunda-feira, 11 de julho de 2016

6º Ano - Os Jogos Olímpicos








Há 116, encerravam-se os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. Atletas de 14 países deram o seu melhor em competições de noves esportes olímpicos: ginástica artística, atletismo, ciclismo, esgrima, tiro, natação, levantamento de peso e luta olímpica (greco-romana). Ao final do século XIX, o barão de Coubertin teve a ideia de reinventar os Jogos Olímpicos da Antiguidade em uma nova versão que permitia a participação de atletas do mundo todo.

Após a aprovação oficial da proposta no primeiro Congresso Olímpico realizado em 1894, a escolha da cidade-sede foi unânime: quatorze séculos depois, Atenas, palco dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, receberia os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. Estes se iniciaram em 16 de abril e terminaram em 15 de abril de 1896. Já nesta edição, foram apresentados os conceitos que se tornariam os valores do Olimpismo: respeito, amizade e excelência.



Neste ano de 2016, o Rio de Janeiro será palco da 31ª Olimpíada da Era Moderna, que reunirá cerca de 10.500 atletas, homens e mulheres, de 206 países. Durante 19 dias, esses atletas disputarão medalhas de 36 modalidades olímpicas.


Mas, estamos falando em Jogos Olímpicos Modernos e Jogos Olímpicos da Antiguidade. Por que essa diferença?

Na Era Moderna, os Jogos Olímpicos foram resgatados no fim do século XIX, como já foi dito, e evoluíram até se transformarem no grande ícono poliesportivo do planeta. Eles reúnem esportistas de vários países e são realizados de quatro em quatro anos.


Os Jogos Olímpicos tem origem na Grécia e faziam parte de um conjunto de eventos esportivos e religiosos que aconteciam na Grécia e eram assistidos por um público vindo de todas as cidades-estados que formavam o mundo grego. Os jogos ocorriam de quatro em quatro anos. Na época da realização do evento esportivo ocorria uma trégua nas guerras e conflitos. A conhecida “paz olímpica” servia para garantir segurança para os atletas que tinham que se deslocar de suas cidades-estado até Olímpia.



Reprodução da Cidade de Olímpia

Os gregos antigos davam muita importância ao corpo e as práticas esportivas surgiram como uma forma dos jovens e soldados desenvolverem suas capacidades físicas. Para os gregos a posse de um belo corpo físico fazia parte da busca pela perfeição, que se completava com as qualidades intelectuais.




Os jogos eram realizados em homenagem a Zeus, o maior dos deuses gregos, e ocorriam no santuário de Olímpia. As provas se dividiam em competições de força e agilidade. Como prêmio o vencedor recebia uma coroa de folha de oliveira. Mais importante do que o prêmio material, a vitória concedia ao atleta alta honra não só para si como também para sua família e sua cidade. 

Zeus


A presença das mulheres era vedada durante os jogos, tanto na plateia como nas provas. Mas elas também tinham seu evento esportivo, os Heraia ou Jogos Heranos, em homenagem à deusa Hera, esposa de Zeus. Os jogos consistiam em provas de corrida a pé e terminavam com sacrifícios, procissão e festas.


Hera

Você pode saber mais sobre as Olímpiadas na Grécia Antiga navegando no site Os jogos olímpicos na Grécia Antiga:

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

6º Ano - Os jogos Olímpicos na Grécia Antiga








A Grécia deixou para o mundo ocidental um dos mais expressivos legados culturais. Um deles foi os Jogos Olímpicos, realizados atualmente de quatro em quatro anos, e que reúne atletas de diversos países e modalidades esportivas.


Os Jogos Olímpicos antigos faziam parte de um conjunto de eventos esportivos e religiosos que aconteciam na Grécia e eram assistidos por um público vindo de todas as cidades-estados que formavam o mundo grego. Os jogos ocorriam de quatro em quatro anos. Na época da realização do evento esportivo ocorria uma trégua nas guerras e conflitos. A conhecida “paz olímpica” servia para garantir segurança para os atletas que tinham que se deslocar de suas cidades-estado até Olímpia.




Os gregos antigos davam muita importância ao corpo e as práticas esportivas surgiram como uma forma dos jovens e soldados desenvolverem suas capacidades físicas. Para os gregos a posse de um belo corpo físico fazia parte da busca pela perfeição, que se completava com as qualidades intelectuais.

Os jogos eram realizados em homenagem a Zeus, o maior dos deuses gregos, e ocorriam no santuário de Olímpia. As provas se dividiam em competições de força e agilidade. Como prêmio o vencedor recebia uma coroa de folha de oliveira. Mais importante do que o prêmio material, a vitória concedia ao atleta alta honra não só para si como também para sua família e sua cidade. 



A presença das mulheres era vedada durante os jogos, tanto na plateia como nas provas. Mas elas também tinham seu evento esportivo, os Heraia ou Jogos Heranos, em homenagem à deusa Hera, esposa de Zeus. Os jogos consistiam em provas de corrida a pé e terminavam com sacrifícios, procissão e festas.

Deusa Hera

Você pode saber mais sobre as Olímpiadas na Grécia Antiga navegando no site Os jogos olímpicos na Grécia Antiga:

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

6º Ano - A Ilíada







"Canta, ó Musa, a ira de Aquiles, filho de Peleu, que tantos males trouxe às hostes dos aqueus".
Homero, A Ilíada, Canto I.


Nossas últimas aulas em sido voltadas para o estudo das obras do poeta Homero, a Ilíada e a Odisséia. Vamos então comentar algumas curiosidades sobre a Guerra de Tróia, tema da obra Ilíada.

Como já vimos, a Ilíada relata apenas os acontecimentos ocorridos no espaço de cerca de cinquenta dias de uma guerra que durou dez anos. Ela trata da ira de Aquiles, o maior herói grego. A ira é causada por uma disputa entre Aquiles e Agamenon, rei de Micenas que comandava o exército grego na guerra. O relato de Homero termina com a morte do herói troiano Heitor e seu funeral.

A história da guerra não é contada na íntegra e como Homero faz várias referências à mitos e acontecimentos que os gregos conheciam, faz-se necessário conhecer um pouco da mitologia grega para entender a obra.


Segundo a tradição grega, a guerra entre gregos e troianos teve como motivo o rapto de Helena, rainha de Esparta e esposa do rei Menelau, por Páris, príncipe troiano filho do rei Príamo. O general Agamenon, rei de Micenas e irmão de Menelau, organizou a expedição de ataque aos troianos, Os gregos venceram a guerra depois de dez anos de combates devido a uma estratégia desenvolvida por Odisseu, rei de Ítaca.



Fingindo terem desistido da guerra, os gregos embarcaram em seus navios deixando na praia um enorme cavalo de madeira que os troianos decidiram levar para o interior de sua cidade como símbolo da sua vitória. À noite, enquanto todos dormiam, os soldados gregos que se escondiam dentro da estrutura oca de madeira do cavalo, saíram e abriram os portões para que todo o exército (cujos navios haviam retornado secretamente à praia) invadisse a cidade. Apanhados de surpresa, os troianos foram vencidos e a cidade incendiada. As mulheres (inclusive a rainha Hécuba, a princesa Cassandra e Andrômaca, viúva de Heitor) foram escravizadas. O rei Príamo e a maioria dos homens foram mortos.




Para conhecer melhor os antecedentes da guerra, os personagens, deuses e heróis e o que aconteceu depois da morte de Heitor, vocês podem acessar o site indicado abaixo. Além de informações sobre a Guerra de Tróia, nele vocês encontrarão muitas informações sobre a mitologia grega em geral.


Clique na imagem para ter acesso ao site.

6º Ano - A Odisséia







"Eis a história de um homem que jamais se deixou vencer."
Homero - A Odisséia, Livro I.


A obra Odisséia é um dos principais poemas épicos da Grécia Antiga, atribuído ao poeta Homero. O título desse poema deriva do nome do principal personagem, Odisseu, herói grego mais conhecido pelo seu nome romano, Ulisses. Assim como a Ilíada, a Odisséia baseia-se numa longa tradição oral e assumiu a forma escrita muito tempo depois.

Enquanto a Ilíada é a história de uma guerra, a Guerra de Tróia, a Odisséia é a história de uma viagem fantástica. Ela relata o retorno de Odisseu, rei de Ítaca, após a guerra. Durante dez anos, ele tenta voltar à sua terra natal onde o esperam sua esposa Penélope, seu filho Telêmaco e seu pai Laerte.

A história está dividida em três tempos principais: 

1 -  a situação de Penélope e Telêmaco em Ítaca e a viagem do jovem em busca de notícias de seu pai;

2 - a chegada de Odisseu ao país dos feaces, onde narra suas aventuras;

3 - o regresso de Odisseu à Ítaca. 


Odisseu e os pretendentes

Algumas aventuras de Odisseu durante seu retorno à Ítaca relatadas na obra:

  • A abertura, pelos marinheiros, de um saco recebido por Odisseu do deus do vento, Éolo, que leva a nau para lugares mais distantes.




  •  A estadia na ilha da feiticeira Circe, que transforma os marinheiros em porcos.




  • O aprisionamento de Odisseu e seus companheiros pelo Ciclope Polifemo e a estratégia para sair da caverna.



  •  A passagem da nau pela ilha das sereias e a estratégia de Odisseu para escapar dos seus encantos.



Se você quiser conhecer mais a fundo essa história fantástica, já sabe: é só procurar o livro na Sala de Leitura da nossa escola e viajar nessa história repleta de aventuras, deuses e seres mitológicos.

sábado, 8 de agosto de 2015

6º Ano - A lenda do Minotauro







As lendas, são histórias de caráter popular ou religioso que tem por objetivo a explicação de coisas complexas, que passavam do entendimento das pessoas comuns na época de seus surgimentos. A lenda do Minotauro, surgiu na Grécia Antiga para explicar a invasão dos aqueus à Ilha de Creta. 




O Minotauro era uma monstruosa criatura, misto de homem e touro, que habitava um labirinto subterrâneo sob o palácio do rei Minos, em Creta. Esse terrível monstro era filho de um touro místico ( lendário ) com a rainha de Creta, Pasífae, esposa do rei Minos, de Creta.


Ruínas do Palácio de Cnossos, na ilha de Creta

Como isso aconteceu?

Segundo a lenda da mitologia grega, Poseidon, deus do mar, enviou a Minos, rei de Creta, um touro branco que deveria ser sacrificado em sua honra.  Deslumbrado com a beleza do animal, o monarca guardou-o para si. Em punição à Minos, Poseidon despertou na rainha Pasífae uma doentia paixão pelo animal e dessa paixão nasceu a monstruosa criatura, com corpo perfeito de homem e cabeça de touro selvagem, que se alimentava de carne humana.


Poseidon, deus dos mares

Esse terrível monstro foi preso pelo rei Minos em um grande labirinto subterrâneo, construído por Dédalo e Ícaro, a mando do rei Minos, o famoso Palácio de Cnossos. Dizia-se que desse labirinto ninguém conseguia sair, pois era impossível achar a saída.

Vitoriosos na guerra contra Atenas, os cretenses exigiram que a cidade enviasse todos os anos sete moças e sete rapazes atenienses para acalmar a fome do Minotauro. Quando os atenienses se preparavam para pagar pela terceira vez o imposto à Creta, Teseu, filho do rei de Atenas, ofereceu-se como voluntário para matar o Minotauro. Teseu prometeu a seu pai que, se você voltasse são e salvo, trocaria a vela negra do navio por uma branca. Assim, vendo o barco, seu pai Egeu de longe ficaria sabendo que Teseu estava vivo. 



Em Creta, a filha do rei Minos, Ariadne, apaixonou-se e secretamente lhe deu um novelo de linha para que ele fosse desenrolando no labirinto e, assim, conseguisse achar o caminho de volta. Teseu lutou bravamente com o touro, conseguiu matá-lo e sair do labirinto, inferindo-lhe uma fulminante punhalada que levou a criatura à morte. Com isso, o rei Minos foi derrubado do trono e Teseu ficou conhecido como herói em todo mundo grego.

Ao retornar para Atenas, Teseu esqueceu o que havia prometido a seu pai: trocar as velas negras pelas brancas. Egeu, rei de Atenas, desesperado acreditando que seu filho havia morrido, atirou-se no mar. Egeu, deu nome ao mar que banha o Leste da Grécia – Mar Egeu.


Para saber mais sobre a lenda do Minotauro produzido pelo History Channel. Além de conhecer mais detalhes sobre a lenda, especialistas fazem uma análise bem interessante sobre o mito a partir dos aspectos culturais e históricos da Grécia Antiga. 



quarta-feira, 5 de agosto de 2015

domingo, 2 de agosto de 2015

6º Ano - A Grécia Antiga




Estamos de volta após alguns dias de descanso.

Neste 3º bimestre, o tema das nossas aulas do 6º ano será a Grécia Antiga. A importância de se conhecer a Grécia da Antiguidade, isto é, a sociedade grega que se desenvolveu entre 2000 a.C. e 500 a.C.,  é que a herança de sua cultura atravessou os séculos, chegando até os nossos dias. Foram influências no campo da filosofia, das artes plásticas, da arquitetura, do teatro, enfim, de muitas idéias e conceitos que deram origem às atuais ciências humanas, exatas e biológicas.

A Grécia Atual

Falamos em Grécia Antiga porque não devemos confundir a Antiguidade grega com o país Grécia que existe hoje, como mostra o mapa acima. A Grécia Antiga não formava uma nação única, mas era composta de várias cidades que tinham suas próprias organizações sociais, políticas e econômicas. E apesar dessas diferenças, os gregos tinham uma só língua, que mesmo com seus dialetos, podia ser entendida pelos povos das várias regiões que formavam a Grécia. Esses povos tinham também a mesma crença religiosa e compartilhavam diversos valores culturais.



A Grécia da Antiguidade


Espero que vocês gostem dos conteúdos e atividades que serão desenvolvidas ao longo do bimestre. Aqui no blog vocês poderão encontrar material extra e poderão acompanhar os trabalhos produzidos por todas as turmas do 6º ano durante o bimestre.

Sejam novamente bem vindos !!

Professora Patrícia