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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Bem vindo, 2021!

 



Olá, alunos das Turmas 1601, 1701 e 1702 da E.M. Roma!!

Eu sou a Patricia, professora de História de vocês!



Vim desejar bom retorno e um excelente ano letivo para todos vocês! Ainda estaremos trabalhando de maneira remota para a segurança de todos. Compreendo que as dificuldades são muitas e por isso precisaremos de um esforço conjunto para superá-las. 


O importante é que vocês saibam que estou a disposição para o que for preciso. Utilizem os canais de comunicação disponibilizados pela escola e pela SME para tirar dúvidas. Aproveitem os recursos tecnológicos disponibilizados para as atividades, conteúdos e exercícios. 

Não desanimem!! NÃO DESISTAM DO FUTURO DE VOCÊS!

 



Abraços a todos!

Prof. Patrícia

domingo, 20 de maio de 2018

6º Ano - Dica de vídeo: Vivendo entre feras




Como estudamos, o homem atual é resultado do processo de hominização, isto é, resultado de um longo e lento processo de mudanças físicas e intelectuais que permitiu que seres com características próximas dos símios evoluíssem até à espécie atual.

O Período Paleolítico é o período da Pré-História que começou quando os nossos antepassados começaram a produzir os primeiros instrumentos de pedra lascada e vai até a chamada Revolução Neolítica, quando os homens deixaram de ser coletores e caçadores e se tornaram agricultores e pastores com o desenvolvimento da agricultura e criação de animais.


No documentário Vivendo entre feras vocês poderão conhecer um pouco como era difícil a vida dos primeiros seres humanos que viveram na Terra há milhões de anos atrás. Você verá a sobrevivência dos primeiros seres humanos primitivos e os perigos que tinham que enfrentar para garantir a sobrevivência. 


Documentário: Vivendo entre feras
SinopseNeste documentário conheceremos a vida do homem pré-histórico entre 12 e 40 mil anos atrás. Nessa época, o homem moderno já havia se estabelecido em todos os continentes, com exceção da África. Esses mesmos humanos dividiam o continente com feras pré-históricas como: tigres dente-de-sabre, mamutes e ursos gigantes. Utilizando os mais modernos recursos tecnológicos e científicos, mostraremos como eram esses animais e como era a terra onde eles viviam. Veja nossos ancestrais vivendo entre as feras e lutando por sua sobrevivência. 


Parte 1



Parte 2



Parte 3



Parte 4





quinta-feira, 31 de agosto de 2017

6º Ano - Dica de vídeo: A Odisséia




A obra Odisséia é um dos principais poemas épicos da Grécia Antiga, atribuído ao poeta Homero. O título desse poema deriva do nome do principal personagem, Odisseu, herói grego mais conhecido pelo seu nome romano, Ulisses. Assim como a Ilíada, a Odisséia baseia-se numa longa tradição oral e assumiu a forma escrita muito tempo depois.

Enquanto a Ilíada é a história de uma guerra, a Guerra de Tróia, a Odisséia é a história de uma viagem fantástica. Ela relata o retorno de Odisseu, rei de Ítaca, após a guerra. Durante dez anos, ele tenta voltar à sua terra natal onde o esperam sua esposa Penélope, seu filho Telêmaco e seu pai Laerte.

A história está dividida em três tempos principais: 

1 -  a situação de Penélope e Telêmaco em Ítaca e a viagem do jovem em busca de notícias de seu pai;

2 - a chegada de Odisseu ao país dos feaces, onde narra suas aventuras;

3 - o regresso de Odisseu à Ítaca. 


Assista a animação e conheça essa aventura do herói que jamais se deixou vencer.


























sexta-feira, 9 de setembro de 2016

6º Ano: A Mitologia grega




Mito, do grego, significa narrar, contar. No sentido figurado significa coisa inacreditável. Mito significa também personagem divinizado. Logia, do grego lógos, significa estudo, palavra, ciência.

Mitologia é o estudo das lendas, mitos, narrativas e rituais com que os povos adoravam seus deuses e heróis. 

Os Gregos eram politeístas, isto é, adoravam vários deuses, acreditando que esses deuses tinham forma humana, embora fossem mais belos e poderosos que os homens, imortais e possuidores de poderes mágicos.
A mitologia grega surgiu como uma tentativa para as explicações dos fenômenos naturais ou como garantia de vitória nas guerras, de boa colheita, sorte no amor, etc. 
Zeus era o senhor dos homens e supremo mandatário dos deuses que habitavam o monte Olimpo. Para obter as boas graças, os gregos homenageavam as poderosas criaturas com ritos, festas ou oferendas. Cada entidade representava as forças da natureza ou sentimentos humanos: Afrodite representava a beleza e o amor; Atena, a sabedoria; Ártemis, a lua; Dionísio, a festa, o vinho e o prazer; Deméter, a terra fértil; Febo, o sol; Hermes, o vento; Poseidon, os mares; etc. 


Os deuses gregos revelavam também qualidades e defeitos semelhantes aos dos seres humanos: apaixonavam-se, sofriam, conheciam aventuras e desventuras e os Gregos falavam deles como se fossem pessoas: contavam a história da sua vida, as suas lutas, sentimentos...

Além dos deuses, os gregos tinham muitos heróis, quase deuses, que eram capazes de vencer monstros, combater inimigos e realizar feitos impossíveis. Entre eles estão: Perseu, que matou a Medusa; Teseu, que matou o Minotauro; Aquiles, herói grego que lutou na guerra de Tróia; entre outros. 

Para conhecer mais sobre as histórias desses deuses e heróis da Grécia Aniga, você pode assistir os episódios da série Confronto dos deuses. Aqui segue alguns episódios para você viajar no mundo da mitologia grega. 

ZEUS



HADES



MINOTAURO



MEDUSA



HÉRCULES




6º Ano: Dica de filme: Ulisses, a vingança do guerreiro




"Eis a história de um homem que jamais se deixou vencer."
Homero - A Odisséia, Livro I.


A obra Odisséia é um dos principais poemas épicos da Grécia Antiga, atribuído ao poeta Homero. O título desse poema deriva do nome do principal personagem, Odisseu, herói grego mais conhecido pelo seu nome romano, Ulisses. Assim como a Ilíada, a Odisséia baseia-se numa longa tradição oral e assumiu a forma escrita muito tempo depois.

Enquanto a Ilíada é a história de uma guerra, a Guerra de Tróia, a Odisséia é a história de uma viagem fantástica. Ela relata o retorno de Odisseu, rei de Ítaca, após a guerra. Durante dez anos, ele tenta voltar à sua terra natal onde o esperam sua esposa Penélope, seu filho Telêmaco e seu pai Laerte.

A história está dividida em três tempos principais: 

1 -  a situação de Penélope e Telêmaco em Ítaca e a viagem do jovem em busca de notícias de seu pai;

2 - a chegada de Odisseu ao país dos feaces, onde narra suas aventuras;

3 - o regresso de Odisseu à Ítaca. 

Para saber mais sobre essa emocionante história da Grécia Antiga, você pode assistir aos dois episódios da séria Confronto dos deuses - Ulises, a vingança do guerreiro e Ulisses, a maldição dos mares.

ULISSES, A MALDIÇÃO DOS MARES





ULISSES, A VINGANÇA DO GUERREIRO




6º Ano: Dica de filme: Helena de Tróia

"Canta, ó Musa, a ira de Aquiles, filho de Peleu, que tantos males trouxe às hostes dos aqueus".
Homero, A Ilíada, Canto I.


Nossas últimas aulas em sido voltadas para o estudo das obras do poeta Homero, a Ilíada e a Odisséia. Vamos então comentar algumas curiosidades sobre a Guerra de Tróia, tema da obra Ilíada.

Como já vimos, a Ilíada relata apenas os acontecimentos ocorridos no espaço de cerca de cinquenta dias de uma guerra que durou dez anos. Ela trata da ira de Aquiles, o maior herói grego. A ira é causada por uma disputa entre Aquiles e Agamenon, rei de Micenas que comandava o exército grego na guerra. O relato de Homero termina com a morte do herói troiano Heitor e seu funeral.

A história da guerra não é contada na íntegra e como Homero faz várias referências à mitos e acontecimentos que os gregos conheciam, faz-se necessário conhecer um pouco da mitologia grega para entender a obra.

Segundo a tradição grega, a guerra entre gregos e troianos teve como motivo o rapto de Helena, rainha de Esparta e esposa do rei Menelau, por Páris, príncipe troiano filho do rei Príamo. O general Agamenon, rei de Micenas e irmão de Menelau, organizou a expedição de ataque aos troianos, Os gregos venceram a guerra depois de dez anos de combates devido a uma estratégia desenvolvida por Odisseu, rei de Ítaca.

Para saber mais sobre essa história, você pode procurar na Sala de Leitura da escola o livro Ilíada, de Homero e saborear essa deliciosa aventura mítica.
Pode também assistir ao filme, Helena de Tróia, que reconta a história de contada pelo poeta Homero.





6º Ano - Grécia Antiga: O período Homérico

6º Ano - Introdução ao Estudo da Grécia Antiga

segunda-feira, 11 de julho de 2016

6º Ano - Os Jogos Olímpicos








Há 116, encerravam-se os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. Atletas de 14 países deram o seu melhor em competições de noves esportes olímpicos: ginástica artística, atletismo, ciclismo, esgrima, tiro, natação, levantamento de peso e luta olímpica (greco-romana). Ao final do século XIX, o barão de Coubertin teve a ideia de reinventar os Jogos Olímpicos da Antiguidade em uma nova versão que permitia a participação de atletas do mundo todo.

Após a aprovação oficial da proposta no primeiro Congresso Olímpico realizado em 1894, a escolha da cidade-sede foi unânime: quatorze séculos depois, Atenas, palco dos Jogos Olímpicos da Antiguidade, receberia os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna. Estes se iniciaram em 16 de abril e terminaram em 15 de abril de 1896. Já nesta edição, foram apresentados os conceitos que se tornariam os valores do Olimpismo: respeito, amizade e excelência.



Neste ano de 2016, o Rio de Janeiro será palco da 31ª Olimpíada da Era Moderna, que reunirá cerca de 10.500 atletas, homens e mulheres, de 206 países. Durante 19 dias, esses atletas disputarão medalhas de 36 modalidades olímpicas.


Mas, estamos falando em Jogos Olímpicos Modernos e Jogos Olímpicos da Antiguidade. Por que essa diferença?

Na Era Moderna, os Jogos Olímpicos foram resgatados no fim do século XIX, como já foi dito, e evoluíram até se transformarem no grande ícono poliesportivo do planeta. Eles reúnem esportistas de vários países e são realizados de quatro em quatro anos.


Os Jogos Olímpicos tem origem na Grécia e faziam parte de um conjunto de eventos esportivos e religiosos que aconteciam na Grécia e eram assistidos por um público vindo de todas as cidades-estados que formavam o mundo grego. Os jogos ocorriam de quatro em quatro anos. Na época da realização do evento esportivo ocorria uma trégua nas guerras e conflitos. A conhecida “paz olímpica” servia para garantir segurança para os atletas que tinham que se deslocar de suas cidades-estado até Olímpia.



Reprodução da Cidade de Olímpia

Os gregos antigos davam muita importância ao corpo e as práticas esportivas surgiram como uma forma dos jovens e soldados desenvolverem suas capacidades físicas. Para os gregos a posse de um belo corpo físico fazia parte da busca pela perfeição, que se completava com as qualidades intelectuais.




Os jogos eram realizados em homenagem a Zeus, o maior dos deuses gregos, e ocorriam no santuário de Olímpia. As provas se dividiam em competições de força e agilidade. Como prêmio o vencedor recebia uma coroa de folha de oliveira. Mais importante do que o prêmio material, a vitória concedia ao atleta alta honra não só para si como também para sua família e sua cidade. 

Zeus


A presença das mulheres era vedada durante os jogos, tanto na plateia como nas provas. Mas elas também tinham seu evento esportivo, os Heraia ou Jogos Heranos, em homenagem à deusa Hera, esposa de Zeus. Os jogos consistiam em provas de corrida a pé e terminavam com sacrifícios, procissão e festas.


Hera

Você pode saber mais sobre as Olímpiadas na Grécia Antiga navegando no site Os jogos olímpicos na Grécia Antiga:

sábado, 25 de junho de 2016

6º Ano - Dica de leitura: Tutancâmon e sua tumba cheia de tesouros






Ao longo de 3 mil anos de supremacia, o Egito Antigo foi governado por centenas de faraós. Mas entre todos esses reis poderosos, o mais lembrado é Tutancâmon. Desde o dia 23 de novembro de 1922, quando o arqueólogo britânicoa Howard Carter adentrou a tumba do "Faraó Perdido", praticamente intocada até então, milhões de pessoas de todo o mundo puderam ver de perto a sua múmia e todos os seus tesouros.  


O livro Tutancâmon e sua tumba cheia de tesouros, de autoria de Michael Cox, conta a história do faraó Tut de uma maneira bem humorada e cheia de piadas e ironias, o que o torna de leitura leva e divertida. Ele pretentede mostrar toda a história da descoberta da tumba, assim como toda a história de vida de Tutancâmon e da vida no Egito Antigo por meio de textos e tiras de histórias em quadrinhos. 

Este livro faz parte da Coleção infanto-juvenil chamada Mortos de Fama, que traz biografias de grandes nomes mundialmente conhecidos de diversas áreas. Vale a pena procurá-lo e conhecer um poucos mais sobre a vida do maior faraó da história do Egito Antigo!!

6º Ano - Egito: presente do Nilo

segunda-feira, 6 de junho de 2016

6º Ano - Tesouros da Mesopotâmia: os relevos de Khorsabad








Nas nossas aulas nós vimos que os reis das cidades-Estado mesopotâmicas controlavam todas as atividades, sejam elas religiosas, políticas, econômicas ou administrativas. Todos esses reis procuraram causar em seus súditos e povos dominados uma impressão de autoridade, força e poder utilizando vários símbolos na forma de pinturas, esculturas e também na arquitetura. A arquitetura mesopotâmica, imponente e grandiosa, refletia todo o poder do Estado e do seu rei. 


Um dos exemplos da utilização destes símbolos pelos reis mesopotâmicos são os relevos que adornavam o palácio do rei Sargão I, que ficava em Dur Sharrukin, hoje Khorsabad, no Iraque. Nesses relevos o rei era representado na forma de uma figura de um enorme touro alado de 3,3 m de altura com cabeça humana. 





Os impressionantes relevos e restos do palácio do rei Sargão estão expostos no Museu do Louvre, em Paris. 





Neste vídeo do youtube, você pode ter um pouco da noção da grandiosidade e beleza desses relevos.