Durante a Idade Média, todo o conhecimento e cultura da Europa cristã estavam guardados nos mosteiros. Os monges passavam os dias fazendo cópias dos antigos textos gregos e romanos e também os Evangelhos.
Os textos eram ilustrados com iluminuras, um tipo de pintura decorativa que recebiam folhas de ouro que "iluminavam" as imagens.
As letras iniciais dos parágrafos ou do capítulo - chamadas de letra capitular - eram maiores que as letras do restante do texto e eram decoradas com arabescos, flores ou imagens em miniatura.
Na Idade Média os livros que mais utilizaram iluminuras foram a Bíblia (ou fragmentos de algumas de suas partes), os saltérios (livros de coro ou de devoção com salmos), ou os Livros das horas, que eram livros de devoções para distintas “horas”, relacionadas com a vida de Cristo ou da Virgem Maria, e as atividades ligadas aos mortos ou de orações a santos.
Veja no vídeo abaixo como era o processo de produção de um livro na Idade Média.
O nome bárbaro foi dado por gregos e romanos aos povos que viviam no norte, oeste e centro da Europa. O termo era usado para descrever culturas que eles julgavam primitivas, não partilhavam a cultura, língua e cultura romana.
Principais povos bárbaros
1. Alanos: originários do nordeste do Cáucaso. Entraram no Império Romano entre os séculos IV e V. Ocuparam a região da Hispânia e o norte da África.
2. Anglos e saxões: originários do norte da atual Alemanha e leste da Holanda. Penetraram e colonizaram as Ilhas Britânicas no século V.
3. Francos: estabeleceram-se na região da atual França e fundaram o Reino Franco.
4. Lombardos: invadiram a região norte da Península Itálica.
5. Burgúndios: estabeleceram-se no sudoeste da França.
6. Visigodos: instalaram-se na região da Gália, Itália e Península Ibérica.
7. Suevos: invadiram e habitaram a Península Ibérica.
8. Vândalos: estabeleceram-se no norte da África e na Península Ibérica.
9. Ostrogodos: invadiram a região da atual Itália.
10. Hunos: não eram germânicos, mas sim de origem asiática. Foram os mais violentos e ávidos por guerras e pilhagens. O principal líder desse povo foi Átila.
As invasões bárbaras
A partir do século IV, a convivência pacífica entre romanos e bárbaros foi interrompida com as invasões bárbaras, que destruíram a unidade do Império Romano do Ocidente. A maior parte destes povos criou reinos independentes no território romano, entre os séculos V e VI. No entanto, dentre estes, o reino dos francos se destacou.
Reinos Bárbaros formados após a invasão do Império Romano
Nos vídeos abaixo você poderá conhecer a história e cultura de alguns desses povos bárbaros.
Como estudamos, o homem atual é resultado do processo de hominização, isto é, resultado de um longo e lento processo de mudanças físicas e intelectuais que permitiu que seres com características próximas dos símios evoluíssem até à espécie atual. O Período Paleolítico é o período da Pré-História que começou quando os nossos antepassados começaram a produzir os primeiros instrumentos de pedra lascada e vai até a chamada Revolução Neolítica, quando os homens deixaram de ser coletores e caçadores e se tornaram agricultores e pastores com o desenvolvimento da agricultura e criação de animais.
No documentário Vivendo entre feras vocês poderão conhecer um pouco como era difícil a vida dos primeiros seres humanos que viveram na Terra há milhões de anos atrás. Você verá a sobrevivência dos primeiros seres humanos primitivos e os perigos que tinham que enfrentar para garantir a sobrevivência. Documentário: Vivendo entre feras Sinopse: Neste documentário conheceremos a vida do homem pré-histórico entre 12 e 40 mil anos atrás. Nessa época, o homem moderno já havia se estabelecido em todos os continentes, com exceção da África. Esses mesmos humanos dividiam o continente com feras pré-históricas como: tigres dente-de-sabre, mamutes e ursos gigantes. Utilizando os mais modernos recursos tecnológicos e científicos, mostraremos como eram esses animais e como era a terra onde eles viviam. Veja nossos ancestrais vivendo entre as feras e lutando por sua sobrevivência. Parte 1
Islamismo é a religião monoteísta fundada pelo profeta Maomé (Muhammad, em árabe), em 622.
É a segunda maior religião com o maior número de fiéis, atrás apenas do Cristianismo. As tradições islâmicas baseiam-se no Alcorão, nos ditos do profeta e nas interpretações destas fontes pelos teólogos.
No vídeo abaixo, você poderá aprender um pouco mais sobre a história do Islamismo e suas tradições.
Na Idade Média, na época da Europa feudal, os castelos eram o auge da ostentação de poder e da arquitetura daquela época. Eles eram construídos para mostrar a superioridade do senhor feudal e seu poder, para intimidar os servos e os inimigos com seus desenhos luxuosos.
Nos castelos eram realizadas muitas festas e banquetes para que os nobres pudessem ostentar sua residência e poder, contudo eles serviam basicamente como residência para os senhores feudais e a sua família e membros da nobreza, que procuravam manter-se ilesos das batalhas e possíveis invasões territoriais que geravam bastante conflito antigamente. Os castelos eram sempre a melhor opção devido à segurança que ofereciam por serem verdadeiras fortalezas.
Estas incríveis construções eram projetadas para garantir a segurança de seus ocupantes e tudo começava pelo grande fosso alagado que corria pelos arredores da propriedade com o objetivo de dificultar a penetração de inimigos, o segundo obstáculo era a ponte levadiça e em seguida as gigantescas muralhas que protegiam os castelos. Eles possuíam torres de vigilância que em ocasiões de guerra eram ocupadas por arqueiros e atiradores e, em seu interior, o castelo dispunha de calabouços para aprisionar inimigos. A construção em locais elevados também dificultava a invasão e permitia uma melhor visualização da chegada dos inimigos.
No vídeo abaixo, você pode ver como era feita a defesa de um castelo medieval.
As Iluminuras eram os livros fabricados pacientemente pelos monges copistas nas Bibliotecas das Igrejas e Mosteiros medievais. Eles eram copiados à mão com letras ornamentadas e ilustrados com imagens.
Os textos mais comuns copiados pelos monges eram os Evangelhos e os textos dos autores gregos e romanos. Graças a esse trabalho que centenas de textos e documentos produzidos na Antiguidade foram preservados e chegaram até nós.
No vídeo abaixo, você pode ver como eram produzidas as Iluminuras.
Segue o vídeo que assistimos em sala para falarmos sobre o processo de desenvolvimento do feudalismo.
Pontos importante que podemos destacar a partir do vídeo e da aula:
1 - Com a regionalização do poder e a criação de uma poderosa nobreza foram dados os passos decisivos para o surgimento do feudalismo, como de fato ocorreu após a morte de Carlos Magno, em 814;
2 - O Feudo não se resumia às áreas de plantio e de pastagens dos animais. Era uma unidade que englobava todas as terras do senhor, na qual existiam a agricultura, a pecuária, as moradias etc. O feudo deveria ser autossuficiente e era por meio dele que se media o poder do senhor feudal;
3 - A sociedade feudal se organizou em estamentos ou ordens, camadas sociais predeterminadas, conforme o papel desempenhado por seus membros na sociedade;
4 - Os camponeses eram a maioria da população na época feudal e viviam nas terras dos senhores feudais: trocavam o trabalho por moradia e proteção militar. Estavam presos à terra e cuidavam da agricultura e da pecuária (camponeses), do trabalho doméstico e da confecção dos objetos de trabalho.
5 - Os Clérigos tinham origem na nobreza. Cuidavam da vida religiosa e dos interesses da Igreja. Eram responsáveis pelo ensino e por guardar os documentos escritos. Administravam catedrais, mosteiros e todos os aspectos da vida cotidiana dos fiéis como nascimentos, mortes, batizados, casamentos e testamentos. Estabeleciam a relação entre os homens e Deus.
6 - Numa época de muitas disputas por terra, cabia aos homens da nobreza a função guerreira. Ser cavaleiro era objetivo de todos os jovens nobres, pois significava prestigio, poder e a certeza de que mais terras garantiriam a continuidade do poderio de sua família. O poder dos nobres era proporcional ao tamanho de suas terras e ao número de vassalos sob seu comando nas batalhas. Era dever dos nobres defender militarmente o feudo, a fé cristã, administrar as propriedades, o trabalho dos camponeses e a produção;
7 - Um senhor mais poderoso (suserano) podia dar parte de sua terra, bens materiais (um castelo, por exemplo), ou ter o direito de cobrar imposto a outro nobre menos poderoso (vassalo) que, a partir daí, lhe jurava fidelidade e proteção. Esse nobre podia conceder parte de suas propriedades a outro nobre, criando, assim, uma relação de reciprocidade. Quando havia uma guerra, o suserano, então, podia, contar com seus vassalos. Os vassalos, por sua vez, podiam ser suseranos em outras relações de reciprocidade.
O vídeo "Nós e as cidades" trata da importância do artesanato para a sobrevivência dos índios Guarani- Mbya no Rio Grande do Sul e a relação deles com o mundo dos brancos. Sem matas para caçar e sem terra para plantar, os Guarani-Mbya dependem cada vez mais da venda do seu artesanato.
Esse vídeo é uma dica para a turma 1802, que está preparando a exposição sobre os índios Guarani Mbya para nossa feira cultural, e especialmente para a Nathália, que irá abordar o artesanato produzido por esse grupo indígena.