quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Estamos de volta!


 
Após um breve, porém proveitoso período de descanso, estamos de volta às nossas atividades. Conforme conversamos e combinamos hoje, iremos nos dedicar nesses primeiros dias ao nosso planejamento semanal individual de estudos e atividades. Este planejamento será muito importante, pois ele será o guia que nos orientar no desenvolvimento dos descritores e habilidades que precisaremos desenvolver ao longo do bimestre.
 
Desejo a todos um bom retorno às aulas. Que o bimestre que se inicia seja bastante produtivo para todos nós!

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Férias !!!

 
 
Galerinha, enfim chegaram nossas esperadas férias.
Esse é o momento de aproveitar para descansar, dormir bastante, curtir esses dias de descanso com a família e os amigos.
 
Aproveitem bastante e lembrem-se que no dia 01/08 estaremos de volta para vivenciarmos muitas coisas boas.
 
Boas férias!
 
Patrícia

segunda-feira, 15 de julho de 2013

GENTE no Arraiá

No último dia 12/07, realizamos nosso Arraiá aqui no GENTE. Foi um dia de muita brincadeira, comida gostosa, gente bonita e muita animação!
 
Para quem perdeu, seguem as fotos. Gostaria de aproveitar para agradecer ao professor Wagner Pinheiro que gentilmente nos cedeu as fotos.


 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Guest post: Teatro na escola

O post de hoje é especial, escrito por uma pessoa super especial: o nosso professor de Teatro Wagner Pinheiro. Ele tem feito um trabalho bem bacana com nossos alunos, com diversas atividades que os estimulam a resolverem  problemas e superarem desafios.
 
Para falar sobre este trabalho, ninguém melhor do que o próprio professor. Gostaria então, de agradecer ao Wagner por ter aceitado o convite para escrever para nosso blog.
Com a palavra, o professor Wagner.
 

 TEATRO NA ESCOLA
 

Qual a função do teatro no meio escolar? O que tenho feito no meio escolar na perspectiva da pedagogia da presença? Qual a coisa certa a ser feita? Qual o momento certo da coisa certa a ser feita?

Essas questões movimentam os meus pensamentos, minhas vontades e minha imaginação permanentemente. Toda a minha experiência pedagógica vivida durante a prática e a teoria teatral de formação na escola e na universidade através da extensão, do ensino e da pesquisa revelaram-se um complexo contexto social em que a prática teatral na escola se reconfigura como uma experiência do cotidiano. Nesse sentido, a premissa essencial do ato teatral que é a sua qualidade efêmera coaduna-se com a efemeridade dos tempos das aulas na escola. Os alunos veem cada tempo de aula como um tempo absoluto em si mesmo, ou seja, a perspectiva dele é ver a aula, no caso, a aula de teatro, como sendo uma aula que tem um começo, meio e fim para cada tempo. Portanto, a questão da continuidade da aula fica comprometida ou pelo menos torna-se uma problemática em si e a sensação que fica é que recomeço sempre do ponto Zero.

Isso não significa algo negativo, ao contrário, o teatro se bifurca em duas formas de ações: o jogo dramático e o jogo teatral, em que ambas se complementam como uma preparação para encenação. A primeira, trata-se de trabalhar o teatro no sentido do jogo dramático. Os alunos nessa perspectiva experienciam simbolicamente situações problemas que estimula-os a agirem no sentido de encontrar possíveis soluções. Peter Slade, pensador do teatro e educação, dizia que há dois elementos fundamentais para que a experiência do aluno no jogo seja vivenciada: envolver-se e ser sincero. É necessário que ele se envolva com a situação problema e seja sincero nas suas ações para vivenciar profundamente uma experiência poética. Essa experiência cria a dimensão consciente entre o ficcional e o real.
 
Veja que são dois elementos essenciais à vida e seus possíveis desdobramentos. A dobra aqui no caso é o teatro que, pressupõe no exercício do aluno, o ato solidário de se colocar no lugar do outro, assim podendo aprender a ver por outras perspectivas diferentes. Sem esses dois elementos apontados pelo autor Peter Slade em O Jogo Dramático Infantil, torna-se impossível qualquer cognição, seja ela do ponto de vista emocional ou psíquico.

Outro pensador Jean-Pierre Ryngaert que escreveu o Jogo Dramático no Meio Escolar apontará outros dois elementos tão importantes quanto os posteriores citados acima: a prontidão e a flexibilidade. Exercitar também esses dois outros elementos significa possibilitar um corpo afetivo e mais flexível diante de conflitos e possíveis soluções. O grau de prontidão para solucionar o problema gera autonomia e a capacidade de improvisar possíveis soluções. Creio que a primeira pergunta feita lá no início do primeiro parágrafo esteja já, ao menos, esboçada. Sim, porque a função primeira do teatro no meio escolar é não liquidar, atrofiar ou matar a espontaneidade criativa do aluno.

Isso significa fazer um exercício permanente e afetivo da capacidade do professor de estar criando e recriando espaços acolhedores e propícios à criatividade e a descoberta do conhecimento. É exatamente isso que procuro cotidianamente e constantemente fazer no meio escolar. Crio com isso e aos poucos um memorial de imagens de aulas ocorridas para futuras análises da prática. Esse material servirá fundamentalmente para os alunos porque são eles que terão a possibilidade de se verem e autoanalisarem suas práticas cotidianas. É uma tarefa com muitos desafios. Por que desafios? Desafios porque no jogo teatral, forma que pressupõe a presença da plateia e a intencionalidade de encenar uma obra, implica numa construção estética, numa forma, numa apreciação e num prazer de mostrar o que está sendo feito.
 
Portanto, qual a coisa certa a ser feita? A questão retorna como um eco histórico que, necessita exercitar o aprender a aprender, o aprender a Ser, o aprender a fazer e o aprender a conviver, através dos pilares da educação para o século XXI, onde o jogo dramático é a coisa certa ser feita neste momento. Vejo que durante as aulas a coisa certa é insistir na prática dos dois elementos para instauração do jogo: o envolvimento e a sinceridade, bem como, a flexibilidade e a prontidão. Nesse sentido o teatro está estimulando a curiosidade e a vontade de potência - que é a de criar um trabalho e mostrar. Refletindo sobre essas conjunturas das formas teatrais e as necessidades primeiras dos alunos percebo que é o jogo dramático, como espaço de experiência simbólica sem a intenção de mostrar resultados, o meio positivo de encorajar os alunos para o jogo teatral.
 
O momento certo da coisa certa a ser feita é o aqui e agora para possibilitar uma vivência poética através do jogo dramático porque é ele que liberta os alunos do compromisso de resultados, ao mesmo tempo, e paradoxalmente, eles estão sendo preparados e estimulados a mostrar um resultado. E, esse caminho é longo e não termina no ensino fundamental, ele é para toda a existência: é para uma prática da existência.



Uma das atividades realizada com o Time Antuak.

 
Esse é um exercício de montar e desmontar os diversos cubos criando possíveis naves trabalhando o aprender a aprender, aprender a conviver, aprender a fazer e aprender a Ser.
- Um desafio constante!
 
 












 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Semana de provas

Bom dia, queridos!
 
Como passaram o fim de semana? Espero que tenham aproveitado para descansar e reporem as energias para nossa semana que  começa hoje.
 
Amanhã começam as provas (vejam as datas publicadas anteriormente). Lembrem-se de fazerem as avaliações com calma, lendo atenciosamente cada questão. Confiem no que vocês estudaram e aprenderam.
 
Desejo uma semana produtiva para todos nós!
 
 
 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

O Palácio de Versailles



Símbolo da monarquia absoluta francesa, o Palácio de Versalhes foi construído nos arredores de Paris por Luis XIV, o rei sol, para fugir do tumulto da capital e centralizar o poder. Obrigando os nobres a permanecerem longos períodos no palácio, Luis XIV evitava que se aproximassem da população, tornando-se o soberano absoluto. Este regime absolutista sobreviveu ao reinado de seu sucessor, Luis XV, e terminou violentamente durante o reinado de Luis XVI.

O Palácio de Versalhes foi um dos motivos da revolta da população que resultou na Revolução Francesa, em 1789. E é fácil entender porque: o luxo de Versalhes é absurdo.

As 10 mil pessoas que faziam parte da corte francesa e viviam no palácio (quase 3 mil membros da nobreza, empregados e funcionários) gastavam 6% da arrecadação de impostos francesa. Quase todo o resto era consumido por dívidas militares, sobrando muito pouco para os outros 19 milhões de franceses espalhados pelo país. Os nobres que viviam no palácio eram distraídos pela rainha Maria Antonieta com músicas, jogos e festas caríssimas que levavam o país à falência econômica. Enquanto a população passava fome, a nobreza esbanjava.

Vejam abaixo imagens do palácio por dentro.










Para quem tiver curiosidade de saber mais, duas dicas:


a) Você pode conhecer o palácio sem precisar ir à França! É só fazer o tour virtual do Google Maps. Basta clicar aqui.
 b) Você pode acompanhar as etapas de construção e ampliação do palácio neste vídeo do Youtube.




Para saber mais, visite o site do Palácio: