Nessa semana, iremos falar um pouco mais sobre a Revolução Industrial, período de grande desenvolvimento tecnológico. Para ter acesso ao material, disponível no Dropbox, clique no link abaixo.
Na nossa última conversa, tivemos como uma das atividades trabalhar com o samba-enredo da G.R.E.S Estação Primeira de Mangueira, que ao comemorar os 100 anos da abolição da escravidão, em 1988, se perguntava se a liberdade dos negros no Brasil era mesmo uma realidade ou uma ilusão.
Ao rebater o preconceito e a discriminação sofrida pela população negra nos dias de hoje, o samba lembra que a riqueza e construção do Brasil se deve muito à contribuição e trabalho dos africanos trazidos como escravos e também dos seus descendentes.
Entre essas contribuições está a formação da nossa cultura, repleta de herança africana. É muito comum pensar na África e seus povos como povos atrasados não apenas culturalmente, mas também em termos econômicos e tecnológicos. Isso é um equívoco, já que a África antes da chegada dos europeus era formada por povos e reinos poderosos e ricos, que possuíam inclusive, tecnologias que os europeus desconheciam.
Para saber mais sobre esse tema, acesse o link abaixo e leia o arquivo sobre os principais povos africanos trazidos para o Brasil durante a história da escravidão - os bantos e iorubás.
Assista também o vídeo sobre os principais reinos africanos antes da chegada dos europeus.
A África antes do século XV
E para conhecer mais sobre a cultura africana e as influências na formação da nossa cultura, veja o vídeo abaixo sobre o Museu Afro Brasil. Depois do vídeo, faça uma visita ao tour virtual do museu para conhecer a coleção.
MUSEU AFRO BRASIL
Clique na imagem abaixo para ter acesso ao tour virtual.
Além de 7 exposições virtuais muito ricas e interessantes, você pode fazer a visita virtual como se estivesse caminhando dentro do Museu. É maravilhoso!
No dia 13 de maio comemora-se a assinatura da lei que determinou extinta a escravidão no Brasil. O nosso país foi o último país do mundo a extinguir o trabalho escravo, dando fim há cerca de 300 anos de exploração, violência e desumanização dos povos africanos trazidos para as terras brasileiras.
É importante termos em mente que a população escrava nunca aceitou passivamente a sua condição e organizou, durante toda a história da escravidão no país, diversos movimentos de resistência seja através das fugas, rebeliões nas senzalas, formação de quilombos ou de revoltas, como a dos Malês, na Bahia.
Uma das razões de se estudar História é para compreender o presente. Por isso, nossa atividade dessa semana é tentar identificar e compreender como as ideias do Iluminismo do século XVIII ainda influenciam nossas vidas nos dias atuais.
Para ter acesso ao material e às atividades propostas, basta clicar no link abaixo para entrar no DropBox.
Assistam também os vídeos abaixo para conhecerem um pouco mais sobre os temas tratados no material como a importância da Constituição de 1988 para nosso país e como funciona na prática e nos dias atuais, a Teoria da Divisão dos Poderes criada no século XVIII pelo filósofo iluminista Montesquieu.