domingo, 2 de agosto de 2015

7º Ano - A formação dos Estados Europeus na Idade Moderna




Monalisa - Leonardo Da Vince



Estamos de volta!! E com muitos assuntos novos para aprender e estudar.

Neste 3º bimestre, entramos na Idade ModernaO termo Idade Moderna, apesar de identificar algo novo ou atual, não se refere aos nossos tempos, ao século XXI. Ele se refere, historicamente, ao período compreendido entre os séculos XV e XVIII e foram os europeus desse tempo que se autodenominaram modernos.

Para alguns historiadores, a Idade Moderna foi um grande período de transição do mundo medieval feudal para o mundo capitalista e burguês, o qual se inaugurou no final do século XVIII e início o século XIX.
Nessa nova etapa dos nossos estudos, veremos a Europa fragmentada da Idade Média centralizar-se novamente em Estados centralizados. Conversaremos sobre a tendência da concentração de poderes neste período, onde os monarcas se esforçaram para reinar de forma absoluta
E também veremos que esse período da história foi marcado por um grande movimento cultural que deixou como legado importantes e famosas obras de arte e literatura que conhecemos hoje.

Ficou curioso para saber o que a Monalisa está fazendo aqui, ilustrando esse post? Então, venha embarcar nessa viagem através da História e logo saberá! Sejam bem-vindos e aproveitem!

Professora Patrícia

sábado, 18 de julho de 2015

6º Ano - A Epopeia de Gilgamesh




Os alunos da turma 1603 tiveram a oportunidade de ler e conhecer a A Epopeia de Gilgamesh, uma lenda dos povos sumérios que narra as aventuras de Gilgamesh, rei da cidade de Uruk.

Após a leitura da história, que está dividida em três partes, os alunos produziram desenhos e resumos sobre a parte da lenda que acharam mais interessante.

A escolha em utilizar a história do rei Gilgamesh em sala de aula tem alguns motivos: primeiro, porque é a narrativa literária mais antiga já encontrada (foi escrita aproximadamente em 2.500 a.C) e segundo, porque a historia traz vários elementos sobre a cultura mesopotâmica que são trabalhados em sala de aula (como a relação dos povos mesopotâmicos com a religião, por exemplo), ajudando os alunos na compreensão da história desses povos tão antigos e tão diferentes de nós. Tudo isso através da leitura de uma narrativa muito interessante e cheias de aventuras!

Abaixo, as produções artísticas dos alunos sobre a história do rei Gilgamesh.















Para saber mais sobre a história e os livos que compõem a trilogia A Epopeia de Gilgamesh, clique aqui e leia nosso post sobre o tema.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

7º Ano - Quetzalcoatl - A Serpente Emplumada





A mitologia asteca era repleta de deuses e deusas, pois a religião deste povo era politeísta. Os astecas costumavam fazer rituais de sacrifícios humanos e de animais para agradar ou acalmar seus deuses. Os deuses tinham forma humana misturada com animais e estavam diretamente ligados às forças da natureza e aos sentimentos humanos.

Qeutzalcoatl era considerada uma das divindades mais antigas da América Central. Seu nome significa Serpente Emplumada. Essa mistura de ave com serpente se explica, segundo o simbolismo ameríndio, como sendo união das forças telúricas (a serpente) e das forças celestiais.

Quetzalcoatl era tido como um deus civilizador, inventor das artes da escrita e dos calendários, considerado patrono dos artífices, e apresentava-se ornamentado com as penas da ave quetzal. Sobre a cabeça, portava também um gorro cônico feito de pele de jaguar, trazendo na parte posterior um penacho de penas negras e rubras. No rosto tinha uma máscara vermelha de ave, lembrando a sua outra encarnação de Ehécatl, o deus do vento, enquanto nas mãos trazia um incensário e uma bolsa para o copal (resina utilizada para a elaboração do incenso). Finalmente, no peito, trazia o Peitoral do Vento, sob a forma de uma concha mágica - a mesma que utilizou no episódio do furto dos ossos.

Para saber um pouco mais sobre esse poderoso e importante deus da mitologia asteca, assista o vídeo Confronto dos Deuses - A História de Quetzalcoatl.



sábado, 6 de junho de 2015

6º Ano - Tesouros da Mesopotâmia - A cidade de Babilônia







O mundo em que vivemos nasceu na Mesopotâmia, há mais de 3.000 anos atrás. Início das primeiras cidades do mundo, a "terra entre rios" é o local de nascimento da escrita, das leis codificadas, do planejamento urbano, do comércio de longa distância e da construção de grandes impérios.

A Babilônia é uma das cidades mais importantes da Antiguidade. Sua localização é assinalada atualmente por uma região de ruínas a leste do rio Eufrates, a 90 km ao sul de Bagdá, no Iraque. A cidade foi a capital do Império Babilônico durante os milênios II e I a.C.  

A antiga cidade da Babilônia, no reinado de Nabucodonosor II, era uma maravilha aos olhos dos viajantes. "Além do tamanho - escreveu o historiador grego Heródoto, em 450 a.C - a Babilônia ultrapassa em esplendor qualquer cidade do mundo conhecida até hoje". 



Foi no reinado de Nabucodonosor que a Babilônia atingiu seu apogeu. O rei protegeu sua capital, Babilônia, com linhas de muralhas e um muro entre os rios Tigre e Eufrates, além de um imenso lago artificial que também protegia a cidade. 



Nabucodonosor também impulsionou o desenvolvimento arquitetônico com luxuosos palácios para os funcionários públicos.





Entre as obras que embelezaram a Babilônia e que ficaram particularmente famosas, estão os Jardins Suspensos da Babilônia   (terraços jardinados construídos em pátios elevados sustentados sobre colunas) e o zigurate de Marduk, um enorme templo que homenageava o deus com o mesmo nome. 


Jardins Suspensos

Jardins Suspensos

Zigurate de Marduk


Zigurate de Marduk


Uma das mais belas construções de Nabucodonosor é o Portal de Ishtar. Construído com azulejos azuis brilhantes e portanto faixas de baixo relevo ilustrando dragões e leões, o portal homenageava a deusa do amor e da fertilidade. É o oitavo portal da cidade da Babilônia e através dele corria o Caminho de Procissão, lineado por paredes cobertas por leões em tijolos de vidro.











Este vídeo do Youtube, utilizando informações históricas e arqueológicas e também uma certa liberdade artística, reconstrói as maravilhas de uma das cidades mais belas da antiga Mesopotâmia. Vale a pensa assistir.





CRÉDITOS DAS IMAGENS: As imagens apresentadas nest post foram criadas para a exposição "Mesopotâmia: inventando nosso mundo", do Museu Real de Ontário, Canadá. Elas podem ser encontradas no site http://www.kadingirra.com/index.html.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

6º Ano - Vídeo Grandes Civilizações - Mesopotâmia




Segue novamente a postagem do vídeo Grandes Civilizações - Mesopotâmia, desta vez  para a turma 1603.






Bom feriado!!